Na semana passada (08), Caitirona Balfe compareceu à festa de abertura da peça Fleabag, no Bistrot Leo bar & restaurant, na cidade de Nova York.

A atriz estava acompanha de sua amiga de longa data, a também ex-modelo Sara Ziff. Ambas prestigiaram a atriz, escritora e diretora Phoebe Waller-Bridge na noite de abertura de sua peça que inspirou a série de sucesso do mesmo nome da BBC.

Confira as fotos.

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Caitriona Balfe é esperada de volta à Escócia ainda este mês para iniciar as gravações da quinta temporada de Outlander.

Na noite de ontem (24), Caitriona Balfe compareceu à festa do Oscars da revista Vanity Fair que aconteceu em Beverly Hills, na Califórnia.

A atriz brilhou, literalmente, em um vestido brilhante da marca Dundas com recortes em formato de coração por toda a altura da cintura e um belíssimo decote nas costas. Para acompanhar, uma clutch Judith Leiber e brincos da designer de joias brasileira Ana Khouri.

Apesar de nenhum fotógrafo pronunciar seu nome corretamente (quase todos gritavam “Katherina”), Caitriona Balfe manteve a classe e o sorriso no rostp ao posar para fotos.

Em entrevista para a Variety, a atriz contou que ficou muito feliz com a vitória de Olivia Colman, que ganhou o prêmio da noite de Melhor Atriz, e que está ansiosa para ver Tobias Menzies em The Crown, ao lado de Glenn Close.

Confira todas as fotos em nossa galeria.

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Na noite anterior (sábado, 23), a atriz compareceu à festa pré-Oscar da Armani.

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No início do ano, Caitriona Balfe informou que o filme estrelado por (ela,) Christian Bale e Matt Damon que conta a história da rivalidade entre a Ford e a Ferrari estrearia em junho deste ano.

Esta semana, a 20th Century Fox informou que a data de lançamento do filme do diretor James Mangold foi adiado para 15 de novembro de 2019, muito próximo à temporada de premiações. A data estava ocupada inicialmente pelo próximo filme da série Kingsman. O filme The Good Liar, de Ian McKellen e Helen Mirren, também estreará nesta data.

Ford v Ferrari baseado na história verídica da rivalidade entre a Ford e a Ferrari, durante o campeonato Le Mans de 1966. A história mostra a equipe de engenheiros e designers americanos comandados pelo visionário Carroll Shelby (interpretado por Matt Damon) e o seu piloto inglês, Ken Miles (interpretado por Christian Bale). Os dois recebem a missão de Henry Ford II de construir um novo automóvel do zero que seja capaz de vencer a Ferrari na Le Mans. Caitirona Balfe interpreta Mollie Miles, a esposa de Ken Miles.

Veja algumas fotos de Caitriona Balfe durante as gravações do filme.

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Com informações do Deadline

De sua infância na zona rural de Monaghan, a estrela do drama de viagem no tempo Outlander silenciosamente estabeleceu uma carreira como supermodelo e, agora, como uma das mais-mais da TV, com quatro indicações ao Globo de Ouro

Há algo que eu aprendi há muitos anos e parece muito bobo, mas sempre ficou comigo.

Caitriona Balfe está se recordando de uma lição de vida, com um chá de hortelã e um folheado de chocolate em um bistrô em Los Feliz, próximo de Hollywood, em Los Angeles. Essa coisa que ela aprendeu veio de uma fonte improvável: uma aula de atuação de 5 dólares que ela se matriculou anos atrás. (“Essas são as coisas estranhas que eu fiz, quando eu queria ser uma atriz em LA, quando cheguei aqui.“) Ela se lembra do cara que estava dando a aula, “falando sobre libertar e destruir a necessidade ‘do que’ quer que seja. Se você vai fazer um teste e está nervoso porque quer que as pessoas gostem do que você está prestes a fazer: liberte e destrua a necessidade de ser amado.

Balfe aprendeu a se permitir deixar para lá essas coisas que nos amarram, superar os sentimentos. “É algo tão simples e tão bobo, mas funciona para uma infinidade de razões. O que quer que seja… apenas deixe para trás, deixe isso de lado.” Ela para. “Muito do que te deixa louco é apenas os seus próprios pensamentos, certo? Então, se você puder parar esse espiral em um momento…” A pausa se interrompe e ela mesma se corta. “Isso soa tão patético e tão de LA.

Balfe é uma estrela. Interpretar a protagonista em Outlander deu a ela um nível de fama e sucesso que a Irlanda não consentiu tanto quanto os Estados Unidos, dado que a série não foi exibida em horário nobre aqui.

Balfe foi indicada para quatro Globo de Ouro consecutivos, ela perdeu apenas para Taraji P Henson, Claire Foy, Elisabeth Moss e Sandra Oh, consolidando o seu status de uma das principais atrizes da televisão norte-americana.

Outlander, uma história de drama de viagem no tempo centrada em uma enfermeira da Segunda Guerra Mundial, Claire Randall, interpretada por Caitriona Balfe, que vai e volta entre a Escócia do século XXVIII e a América de meados do século XX, poderia ter sido apenas mais uma ficção histórica decente, mas a qualidade do material original (a série de livros de Diana Gabaldon), a qualidade do elenco, o roteiro e a direção e o nível intenso dos fãs da série, a tornam algo sério.

Também foi, basicamente, o primeiro grande trabalho de Balfe, e um bastante abrangente. A produção dura quase um ano e agora está entrando na quinta temporada, com uma sexta já garantida. A produção filma principalmente na Escócia, embora também tenha viajado para Praga e África do Sul. Fora de Outlander, Balfe esteve excelente em Jogo do Dinheiro (Money Monster), de Jodie Foster, ao lado de George Clooney e Julia Roberts em 2016 e ainda este ano, será vista em Ford v Ferrari, de James Mangold, um drama biográfico sobre a corrida entre as montadoras de carro para ganhar a Le Mans de 1966. Balfe interpretará Mollie Miles, a esposa do piloto de corridas e engenheiro Ken Miles, interpretado por Christian Bale. Matt Damon também está no filme. Boa companhia.

Destinada à grandeza

Sempre destinada à grandeza,” é como um antigo colega de escola descreve Balfe. Ela cresceu próximo à Tydavnet, no Condado de Monaghan, e passou a estudar teatro no DIT, em Rathmines, antes de ser descoberta por um caça-talentos e embarcar em uma carreira nas passarelas, quando adolescente, se tornando uma das modelos mais conhecidas e requisitadas do mundo. Embora não haja como negar o poder de estrela de Balfe, pessoalmente ela é incrivelmente discreta, relaxada, sem nenhuma cerimônia. Ela é tão discreta que eu não vejo nenhuma cabeça se virar quando ela entra no restaurante, enquanto ela se senta alegremente na mesa, sem maquiagem e em roupas casuais. Há zero ar de superioridade, nenhum fator de intimidação, apenas solidez realista. Ela revira os olhos para ela mesma, quando decide que algo que ela disse é “muito LA” (o que mal é), fica séria quando fala sobre representatividade feminina no set e é incrivelmente inteligente.

A inteligência dela!” a atriz Maria Doyle-Kennedy, que interpretou a personagem Jocasta Cameron na mais recente quarta temporada de Outlander, me contou por telefone. “Você sempre a encontra no set com um livro. Ela é uma leitora feroz.

Os livros desempenharam um papel importante na educação de Balfe. Quando ela tinha uns seis ou sete anos, o pai dela, um guarda, decidiu que a família não teria uma televisão. Por cerca de seis anos, a única vez que ela e seus irmãos tinham televisão em casa era durante duas semanas no Natal. Então ela lia. De tudo. Antes de começar o ensino médio, o livro preferido dela era O Morro dos Ventos Uivantes. Ela alternou para Aldous Huxley, George Orwell e Robert Pirsig. Por volta da época da sua prova final do ensino médio, ela estava lendo muito Ian McEwan.

O pai dela estava em uma trupe de comédia, ganhando competições Scór. E ela também gravitou em direção ao teatro. “Desde muito jovem, sempre me envolvi em teatro, por mais avançado e desenvolvido que o teatro juvenil na pequena vila em que cresci fosse, mas sempre foi a minha paixão fazer isso.” Por quê? “Provavelmente uma infinidade de razões. Se o meu pai tem alguma aptidão para isso, provavelmente algo foi passado para mim… eu também sou a quarta filha, então, provavelmente, muita busca por atenção.

Mas atuar, ela diz, também é como ela processa as experiências, observa o mundo ao redor dela, entende os relacionamentos e o que motiva as pessoas. “Acho que também foi escapismo. Eu cresci na década de 1980 em Monaghan, onde não havia muita coisa para fazer. Havia também muito bullying na escola primária que eu frequentei. Acho que foi uma fuga para sair de onde eu estava.” Que tipo de bullying era esse? “Digamos que ser filha de um guarda nos condados de fronteira dos anos 80 não era a coisa mais fácil.

Dezesseis horas por dia

Parte do motivo da atuação de Balfe em Outlander ser tão convincente é porque está enraizada no trabalho duro. Quando a primeira temporada foi encomendada, o elenco e a equipe estavam gravando na Escócia, relativamente fora do radar. Sem um milhão de olhos nela, Balfe pode existir longe dos holofotes, aperfeiçoando a sua personagem sem distrações, sem público e sem comentários externos.

Como alguém que tinha tão pouca experiência, foi um presente e tanto, pois eu realmente pude me estabelecer,” ela diz. No entanto, foi difícil. “Eu nunca trabalhei tanto quanto no primeiro ano. Nos primeiros seis meses, estávamos fazendo quinzenas de 11 dias e de 16, 17 horas por dia, com cinco horas de sono. Só  fizemos isso firmemente e trabalhamos direto por um ano. Foi doido.

Como alguém aguenta com esse nível de intensidade? “Não aguenta! Eu quase perdi a cabeça no primeiro ano. Mas eu não tinha mais nada para fazer. O vinho tinto geralmente é um bom apoio.

O primeiro apartamento dela durante esse período não tinha recepção telefônica e nem internet. “Então eu estava literalmente comendo, dormindo, vivendo Outlander. E sim, eu quase perdi a cabeça, mas, ao mesmo tempo, acho que as circunstâncias às vezes podem conspirar para lhe dar a melhor oportunidade na vida. Acho que a imersão completa na personagem e não ter nenhum tipo de vida fora disso foi provavelmente uma das melhores coisas que poderiam ter acontecido, porque eu pude conhecer essa personagem, interpreta-la e vivê-la de uma maneira que se eu tivesse tido um relacionamento ou se eu tivesse amigos ou algum tipo de vida externa que precisasse de atenção, talvez eu não estivesse tão envolvida e focada nisso. E, então, essa base nunca teria acontecido por causa da imersão.”

E são as lembranças também. O que é uma pessoa ou um personagem, se não uma série de lembranças e experiências? Então, sabe, nesta altura, eu já tenho uma imagem e tanto de quem a Claire é, porque eu vivi isso e passei por isso em cenas e todos esses momentos. É uma ótima base. A cada temporada você está apenas construindo em cima de todas essas experiências ricas. Essa é a beleza da televisão; é a beleza de fazer algo em longo prazo. Você realmente consegue, de certa forma, criar um ser vivo dentro de sua própria mente.

Bolha de desilusão

Quando ela se mudou para LA, ela costumava dizer a si mesma que viveria em uma “bolha de ilusão” de que a carreira dela daria certo. Ela diz que conhecia apenas uma pessoa na cidade. Ela não sabia muito bem como se locomover. Ela leu sobre uma aula de teatro e começou a frequenta-la. Além de ter aulas, ela se encaixou no papel do que ela chama de uma amiga profissional.

Houve um longo período, ela diz, em que ela estava “meio que se debatendo na terra de ninguém, apenas tipo, ‘Eu não sei como conseguir um agente!’” Mas essa “bolha da ilusão” acabou abrigando um talento muito real. De vez em quando, ela conseguia um pequeno trabalho. “Era com pessoas boas o suficiente para me fazer pensar, ‘certo, se eu posso estar em uma cena com essa pessoa e não me envergonhar completamente, então talvez eu possa fazer isso’. Acho que em algum lugar eu tinha essa autoconfiança, mesmo que ela provavelmente estivesse enterrada lá no fundo, às vezes. Mas acho que no final das contas eu pensava: posso fazer isso dar certo.

Tipo, acho que sou muito resiliente,” ela diz, tentando pensar em seus principais traços de personalidade. “Eu gostaria de dizer que é a minha empatia ou alguma besteira como essa. Mas, em algum lugar, eu sempre soube. Eu vim para L.A. um pouco tarde, mas mesmo antes disso, quando eu estava trabalhando antes, muito disso é ter a bendita coragem de continuar por aí e ser persistente diante de muita rejeição. Mas acho que isso também vem de acreditar que se há algo que você goste tanto de fazer, algo que pareça natural, de alguma maneira isso deve ser o que você deve fazer. Mas eu imagino que muitas pessoas se sentem assim, então eu não sei. Eu não sei por que eu tinha mais direito do que qualquer outra pessoa de continuar por aí.

Depois de continuar por aí e ser bem sucedida, Balfe agora está crescendo. Ela vai retornar para a quinta temporada de Outlander como produtora, ao lado de seu colega de elenco, Sam Heughan, que fora da série se destacou no ano passado em Meu Ex é Um Espião (The Spy Who Dumped Me). Balfe também está escrevendo, trabalhando em dois projetos com foco na Irlanda, ambos no estágio do primeiro rascunho. Um é apenas dela e outro com um amigo. “Eu não sou boa quando fico entediada,” diz Balfe, “eu fico atrevida quando entediada, é. Eu fico travessa. Ainda existe uma criança pestinha dentro de mim. Entediada na escola, balançando em uma cadeira.

Um lugar carente

Como atriz, ela diz que há anos em que “você está apenas pedindo permissão para fazer o seu trabalho, quando se está começando. Você vem de um lugar tão carente. Você entra em salas e fica tipo, ‘goste de mim, goste de mim’, sabe? Então, chegar a um lugar onde você fica, ‘oh, posso ter ambições além disso ou se dar permissão de ter ambições além disso é algo grande.

Com a conversa em torno da igualdade de gênero em áreas onde as mulheres são sub-representadas no cinema e na televisão sempre aumentando, Balfe diz que cabe a ela e as pessoas como ela fazer sua parte para ajustar o desequilíbrio.

Olhando para o desequilíbrio de poder e porque não há mulheres suficientes em posições de tomada de decisão, você percebe que uma grande parte disso é também que precisamos ir além e nos tornar esses números, nos tornar esses números de diretores que são mulheres, de escritores que estão criando os papéis. Acho que isso foi um grande alerta para mim, porque depende de cada um de nós fazer a nossa parte. E então é tipo, ‘Certo, bem, eu gostaria de fazer isso.’ Então, okay, pare de enrolar. Apenas faça. O objetivo seria pelo menos tentar [dirigir] uma vez e ver se eu sou boa. E para isso é, em parte, um dos projetos que estou escrevendo, o objetivo é dirigir isso eu mesma.

Ajuda que Outlander teve várias diretoras no comando e que Balfe foi dirigida por Jodie Foster em Jogo do Dinheiro. “Ela foi extremamente inspiradora,” ela fala sobre Foster, “Falar com ela, o intelecto dela é incrível. Nossa, cara. Tipo, sabe, você vai a uma reunião e acha que está preparada? Obviamente, [Jogo do Dinheiro] era [sobre] o mundo das finanças e eu li todos os livros de Michael Lewis e todos os artigos, mas você entra e tem uma conversa com ela e fica, ‘Certo, eu estou tão longe disso.’ Ela é incrível. Ela não é intelectual de uma maneira arrogante ou não é intencionalmente intimidadora… Ela é tão ótima. As ideias dela são tão boas.

Há tanta desigualdade

Mudar o status quo nos sets, quando se trata de gênero, levará tempo, esforço e pessoas. Também será necessária uma mudança na cultura que se estenda muito além das indústrias de cinema e televisão. “Eu definitivamente acho que com a nossa série, para a terceira temporada que gravamos há dois anos, tentamos fazer a temporada completa com diretoras. Acabou que não conseguimos ela toda, mas foi mais de 50%.

Para qualquer grande série de TV, isso é importante. “A nossa sala de roteiristas tem muitas mulheres. Nossos produtores executivos, dois homens e duas mulheres. Até os nossos executivos, há muitas mulheres,” Balfe diz, “Mas quando você olha para as equipes, talvez 95% são homens. Muito disso é tradição. Provavelmente, uma grande parte disso seja as horas loucas. Se você olhar para as mulheres jovens que entram no negócio, elas podem progredir, mas você não começa a chegar no ápice de sua experiência, os cargos seniores, até chegar nos seus 30 e poucos anos, que geralmente é quando as mulheres querem ter filho se quiserem ter filho… Muitas das mulheres desaparecem durante esses anos e, para elas, é impossível retornar ou voltar no mesmo nível em que estavam. E isso é um grande problema no setor.

Os membros da equipe masculina, diz Balfe, têm parceiras que tiveram filhos durante toda a duração das produções e, como muitas mulheres reconhecerão em campos dominados pelos homens, é uma proposta diferente, “Eu não sei dizer quantos doas caras, as namoradas tiveram filhos e todos puderam ter famílias, tiveram esse ótimo trabalho por cinco anos, e isso não afetou eles, exceto, talvez, pelo sono deles à noite. Eles podem ter tudo. O que você faz sobre isso?

Balfe fala ardentemente e com perspicácia sobre esses assuntos. “Na nossa indústria, os dois principais departamentos liderados por mulheres são os dois que recebem o menor salário e que trabalham por mais tempo: o de figurino e de cabelo e maquiagem. Existe tanta desigualdade. Não há problema em falar sobre os salários dos atores versus os salários das atrizes, isso é um problema, mas geralmente estamos em posição privilegiada. E agora temos alguma visibilidade para podermos falar sobre isso e, espero, ter algumas reparações. Mas para as mulheres que trabalham por trás [das câmeras], isso é um problema. Eu não sei o que se faz quanto a isso, mas algo precisa ser feito. E se as pessoas querem que climas ou culturas mudem nos sets ou atrás da câmera com todos os departamentos de lá, é uma mudança holística que é necessária.”

Se reconectando com a Irlanda

Balfe, que completa 40 anos no final deste ano, agora passou mais tempo fora da Irlanda do que nela. O acento em seu primeiro nome desapareceu. “Eu o tirei para os Estados Unidos, para tornar mais fácil,” ela disse uma vez no The Late Show with Stephen Colbert, como parte da tradicional conversa de abertura do programa, que o apresentador do talk show norte-americano reserva para a ortografia dos nomes dos atores irlandeses.

É interessante, então, que os próprios projetos dela pareçam estar voltando para a Irlanda. “Há um pouco de necessidade de uma reconexão ou um retorno,” ela diz. “Reconectar com o lar. Digo, eu nunca trabalhei como atriz na Irlanda. Eu não trabalho na Irlanda desde os 18 anos de idade. E é tão engraçado, porque grande parte da sua identidade é de onde você vem. Mas o país de onde eu sou é completamente diferente do país em que cresci.

Os colegas de elenco de Balfe falam sobre sua generosidade como atriz e sua disposição acolhedora. Ela defende o trabalho deles fora da série e os engrandece nas mídias sociais. Doyle-Kennedy menciona um momento em que ela percebeu que Balfe tinha saído e escutado o último álbum dela, espontaneamente, e conversado sobre ele com ela, quando voltou ao set. “Acho que, na essência, o que estou tentando dizer sobre CB,” Doyle-Kennedy escreve por mensagem depois de termos uma conversa sobre Balfe, “é que ela usa a posição dela como número 1 da série para o bem de todos os envolvidos. Ela está ciente e apoia o trabalho das pessoas ao redor dela e qualquer mudança que ela procuraria seria para o bem comum, em vez de algum ganho pessoal. Ela é tão inteligente quanto é linda, ela é uma força acolhedora no set e na vida real.

Caitriona Balfe foi uma das estrelas da Starz que compareceu no painel do canal da Television Critics Association, na tarde de ontem (12), em Los Angeles. A atriz estava acompanhada de Maril Davis, a produtora executiva de Outlander, e os elencos e criadores de Vida, Power, Sweetbitter e American Gods em um painel que celebrava as mulheres fortes das séries da Starz intitulado Fiercely Female.

Durente o painel, a atriz compartilhou que ainda não consegue acreditar que foi indicada ao Globo de Ouro como Melhor Atriz de Drama por 4 vezes consecutivas, “Acho que você nunca espera que nenhuma dessas coisas ótimas aconteçam.

Ela também se recordou de quando conseguiu o papel de Claire Fraser na série e que “não tinha tempo nem para saber o próprio nome,” pois tinha apenas duas semanas para se preparar para gravar. “Eu apenas tive sorte de conseguir um emprego. Eu era essa atriz falida e desempregada. Minha meta era apenas trabalhar.

Com toda a correria da primeira temporada e pouco tempo para estudar a personagem e a época, Caitriona Balfe dise que a alegria de fazer TV é ter diversas temporadas para adicionar novas camadas aos personagens. “Cada personagem determina o trabalho que você faz. Você faz pesquisa, eu comecei pelos anos 1940. Quando você está fazendo uma série, muito do trabalho acontece organicamente… Essa é a beleza e a alegria em fazer TV, você têm mutiplas temporadas para adicionar camadas de experiência para os personagens.

A produtora executiva Maril Davis também lembrou que a primeira temporada demorou um ano para ser gravada e que Caitriona Balfe estava em praticamente todas as cenas. “Certamente, todo esse reconhecimento é bem merecido.

Prestes a iniciar as gravações da quinta temporada, Caitriona Balfe acha que é ótimo que a história de amor de Claire e Jamie tenha repercutido com os fãs. “Somos sortudos de ter encontrado uma casa na Starz. A Diana criou essa personagem incrível, nesse mundo incrível. Quando as pessoas veem esse casal aspiracional que é a Claire e o Jamie, não se trata só de encontrar o amor da sua vida… A Claire pode ser essa personagem incrível, também.

Após o painel, a atriz concedeu entrevistas para a mídia. Confira aqui a concedida à Showbiz Junkies.

Confira as fotos do painel em nossa galeria.

Home » Eventos e Aparições Públicas | Events & Public Appearances » 2019 » 02.12 | Painel da Starz no TCA de Inverno de 2019

Com informações do Gold Derby, Diane Gordon e Danielle Turchiano

Durante a temporada de painéis no Television Critics Association, Caitriona Balfe conversou com a mídia sobre o que esperar da quinta temporada de Outlander. A atriz contou que está prestes a começar as gravações da nova temporada e refletiu sobre o retrato de situações sexuais delicadas que a série faz.

Você está no meio da quinta temporada agora?
Caitriona Balfe:
Ainda não começar a gravar. Vamos começar em algumas semana, então estou aqui para a estação chuvosa do Valet e aí vou retornar para a estação chuvosa de Glasgow.

Você já viu alguma coisa do roteiro?
Caitriona Balfe:
Eu vi alguns resumos, mas nenhum roteiro ainda.

O que te deixa animada na nova temporada?
Caitriona Balfe:
Acho que estou ansiosa por muita coisa nesta próxima temporada. Acho que há muitas coisas interessantes que poderemos explorar em termos de família, lealdade e especialmente na política. É tudo muito novo para mim, todo esse tipo de Era na história americana. Entender os meandros do que estava acontecendo na América naquela época, durante a sua infância, as pessoas que estavam chegando ao país, com quem a lealdade deles estava. É tudo muito interessante e muito novo, então isso é muito emocionante.

É muito diferente da política e da história escocesa, então acho isso muito interessante. E também, explorar a vida de uma mulher mais velha, estou achando isso realmente interessante e estou tentando aprender e apreciar onde ela está, quais são os valores dela, quais coisas se tornam importantes para ela. É um novo território para mim também, porque ainda não sou tão velha.

Quantos anos ela tem?
Caitriona Balfe:
Ela já entrou na casa dos 50, na verdade, então ela tem uns 53, 54 anos a essa altura, mas eu não.

Você espera aguentar firme bem quanto ela?
Caitriona Balfe: Ela aguenta muito bem. Tenho que imaginar que algo acontece ao passar pelas pedras, mas é muito interessante. Ela é uma avó nesta temporada, o que eu acho que é um momento muito interessante na vida de uma mulher. É ótimo poder explorar isso e ter a família completa por perto e também aprofundar esse casamento e esse relacionamento de nova maneiras, pois a vida deles agora é muito nova. Este é um novo papel que eles estão assumindo. É um novo lugar e eles se estabeleceram nessa nova comunidade, então acho que é muito interessante.

Você não cresceu aqui [nos Estados Unidos] e nem a Claire. A cena em que você conhece o George Washington…
Caitriona Balfe:
O significado disso ficou um pouco perdido para mim. Eu fiquei tipo, ‘o que é essa coisa de cerejeira, de verdade?’ E todo mundo ficou tipo, ‘todos na América sabem sobre isso’. Esta é a coisa divertida em como a Diana teceu essas histórias através de eventos históricos reais. Podemos incluir essas grandes figuras históricas na série, seja o Bonnie “Prince” Charlie, antes, e pessoas diferentes, o rei Luis e todas essas coisas. É bom poder fazer isso na América também e acho que, talvez, daqui para frente haja mais alguns, então é bom.

Você já leu toda a história?
Caitriona Balfe:
Não, eu acabei de começar o sexto livro. Então estou lendo e parando no momento.

Eles ainda não chegaram na Filadélfia?
Caitriona Balfe: Não.

Há algo do quinto livro que você está realmente animada para mostrar?
Caitriona Balfe: Sim, muito. Eu ainda não sei exatamente o que vai acabar na série, mas, como eu disse, também tem muita Claire, como na temporada passada. O lado médico dela de certa forma foi colocado de lado, pudemos ver pequenos vislumbres disso. Acho que agora que eles vão se estabelecer em Fraser’s Ridge, essa é uma oportunidade verdadeira para ela se ter esse tipo de lado profissional de sua vida de volta de uma maneira que é muito gratificante para ela. Então, acho que isso é emocionante também.

Esta é a temporada em que ela descobre como fazer éter?
Caitriona Balfe:
Ela descobre como fazer a penicilina, que é muito importante.

Ela coloca tudo em chamas?
Caitriona Balfe:
Ela ainda não fez isso.

Por que é importante contar histórias realistas tanto sobre violação sexual quanto prazer sexual? E falamos de espaços seguros. Como é como atores?
Caitriona Balfe:
Primeiro de tudo, contar a vida sexual de Claire através desse olhar feminino ou do sexo que Jamie e Claire têm, é muito importante para quem eles são como um casal. E isso é um aspecto importante, eu acho, da história. Eu acho que a violência sexual também é uma parte importante da narrativa, se você vai contar a história verdadeira do que estava acontecendo naquele tempo naquele lugar. Temos uma responsabilidade, penso eu, em tentar fazer isso de uma maneira responsável e tentar dar função aos personagens que estão sendo vitimizados. E acho que fizemos um ótimo trabalho não só mostrando o ato, mas também as repercussões. Acho que isso foi tão importante na história de Brianna, nesta temporada, pudemos ver os efeitos duradouros do que acontece quando você é estuprada e como isso afeta não apenas a pessoa, mas também a família.

Então, sim, é definitivamente uma parte da série de livros e, portanto, faz parte da nossa série. Está no DNA dela, mas acho que todos nós gastamos muito tempo tentando fazer isso da maneira certa. Como atores, desde muito cedo, Ron Moore foi muito claro que ele queria fazer isso de uma maneira diferente. Ele não queria fazer o seu típico sexo da TV e ele queria fazê-lo a partir de uma perspectiva feminina, de modo que isso automaticamente coloca você em um espaço muito mais seguro. E, então, é uma continuação de conversas e certificando-se de que toda vez que uma dessas cenas surge, não é apenas tipo, ‘ah, bom, vocês fazem isso, então vamos fazer a mesma coisa novamente’. Cada vez é uma nova conversa, por causa de como você se sente em relação a si mesmo e ao seu corpo e onde você está, isso muda de um dia para outro, de mês a mês. Você tem que se certificar constantemente de que todos estão confortáveis ​​e bem com algo que vai viver na internet ou em fotos ou em vídeo para o resto da sua vida.

Temos muita sorte de termos um diálogo aberto com nossos produtores e nossos escritores. É muito importante manter isso em aberto e manter uma conversa forte.

Você consegue ter o olhar feminino mesmo que o diretor seja homem?
Caitriona Balfe:
Sim, claro. Eu acho que há esse tipo de ideia de que só as mulheres podem contar as histórias das mulheres e só os homens podem contar as histórias dos homens. Isso é uma besteira completa. Tivemos alguns diretores que foram muito mais sensíveis e estavam muito mais sintonizados com a sensibilidade e a emoções deles do que algumas diretoras, mas eu não acho que isso se resuma ao seu sexo. Eu acho que é sobre o respeito e a sensibilidade e acho que todas as pessoas têm capacidade para isso.

No último dia 27 de janeiro, a rede de TV norte-americana Starz exibiu o episódio final da quarta temporada de Outlander. Finalmente vimos Jamie, Claire e o jovem Ian chegar à aldeia moicana para resgatar Roger. Porém o resgate teve um preço: o jovem Ian trocou de lugar com Roger e ficou com os moicanos, passando a viver com eles. O parto de Brianna aconteceu, porém seus pais não chegaram à River Run a tempo para auxiliar no nascimento do neto deles.

Para finalizar uma temporada repleta de pontos altos e baixos tanto para os personagens como para os fãs, Caitriona Balfe veio à sua conta oficial no Twitter para responder a perguntas de fãs, contar curiosidades das gravações e comentar a história.

Caitirona Balfe: Vamos lá.

Pergunta: Do que você mais gostou na quarta temporada?
Caitriona Balfe: De todos os novos personagens que chegaram… Maria Doyle-Kennedy, Colin McFarlane, Natalie Simpson, Carmen Moore, etc e trabalhar com os antigos Sam Heughan, Sophie Skelton, John Bell, Lauren Lyle, Richard Rankin, Duncan Lacroix… isso faz todos os dias serem divertidos.

Caitriona Balfe: Acredito que alguns dos caras que interpretaram os moicanos acabaram fazendo tatuagem de alguns dos símbolos que a equipe de maquiagem fez!!!

Pergunta: Quais são as suas cenas preferidas da Sophie Skelton desta temporada?
Caitriona Balfe: Mesmo elas sendo difícil, a cena quando a Claire fica sabendo que a Brianna foi estuprada e está grávida foi poderosa e Sophia Skelton esteve tão boa nelas.

Pergunta: Na sua opinião, qual foi a cena mais difícil de gravar e de assistir, na quarta temporada?
Caitriona Balfe: A cena da tempestada em que a Claire se perde… estava muito frio e úmido e eu estava me sentindo mal, então não foi legal!!!

Pergunta: Li em uma entrevista que você gostaria de entrar estar atrás de uma câmera. Alguma chance de você ser uma diretora convidada na quinta temporada? Você TOTALMENTE deveria fazer isso!
Caitriona Balfe: Não tenho certeza se eu já estaria pronta para a fera que essa série é… Mas tento sugar o máximo de informação possível, tivemos alguns exemplos inspiradores nesta última temporada!!!!

Pergunta: Alguma coisa que você queria que estivesse na quarta temporada, mas não esteva?
Caitriona Balfe: Você leu o livro…??? A gente não conseguiu colocar muita coisa… a infeliz consequência de tentar incluir todo o esplendor de Diana em 13 episódios.

Pergunta: As cenas com Adawehi, a amizade e o compartilhamento de conhecimento eram lindas. A morte dela foi tão chocante que demorei um pouco para me recuperar. Houve cenas que você achou difíceis de filmar/se recuperar na quarta temporada?
Caitriona Balfe: 
A cena em que a Claire recebe o couro cabeludo foi realmente desoladora.

Pergunta: A aldeia moicana é absolutamente linda!!! Há algo especial que a gente pode não ter visto?
Caitriona Balfe:
Todos os pequenos detalhes… e a floresta onde gravamos… NA VERDADE é chamada de floresta encantada… Tipo…!!!

Pergunta: Você vai sentir falta do jovem Ian?
Caitriona Balfe: 
Nem por um segundo… Né, John Bell… (brincadeira!!!)

Pergunta: Qual foi a cena que você teve que gravar no dia depois que você correu a Maratona de Londres? Me lembro de você dizer que esperava que houvesse muitas cenas sentadas.
Caitriona Balfe: Aquela em que a Brianna confronta o Jamie sobre espancar o Roger… Eu tive que correr a sala toda para chegar à Bree… se vocês prestarem atenção… dá para ver que estou um pouco manca!!

Pergunta: O quanto você gosta de ser chamada de vovó de agora em diante?
Caitriona Balfe: Adoro!!!

Pergunta: Canoagem foi uma nova habilidade adquirida?
Caitriona Balfe: Isso já estava no currículo de todos os atores.

Pergunta: A Claire é uma personagem muito forte e inspiradora, como você se sente interpretando esse tipo de personagem, sabendo o quanto ela significa para muitas mulheres, especialmente as jovens mulheres como eu?
Caitriona Balfe: É uma honra interpretá-la. Diana Gabaldon criou uma incrível coleção de personagens. Salve a própria rainha!

Pergunta: Qual foi a sua cena preferida para gravar com Sam Heughan nesta temporada?
Caitriona Balfe: A cena da banheira. Foi tão romântica… pelo menos para mim!

Pergunta: A barriga de grávida era a mesma que você usava quando estava grávida?
Caitriona Balfe: O que… reciclar barrigas de grávidas em uma produção para a TV? (Na verdade, duvido que a mesma serviria.)

Pergunta: Figurino preferido desta temporada? Você prefere os figurinos mais chiques ou a coleção da Claire de Fraser’s Rigde? Eu absolutamente amo todas as roupas da Claire essa temporada. 
Caitriona Balfe: Amo o casaco masculino de segunda mão e o suéter de amarrar usado neste episódio.

Pergunta: Houve algum soco de verdade entre o Roger e o Jamie no episódio final da quarta temporada e quão boa foram as suas habilidades em enfermagem para qualquer dano sofrido pelos garotos?
Caitriona Balfe: A Claire só trabalha na câmera. Se esses garotos quiserem se machucar… não é da minha conta!!

Caitriona Balfe: Esta foi uma sequência muito legal de se filmar (embora correr em uma saia longa, tentando segurar o Richard Rankin, enquanto empunhava uma faca e desviava de um monte de dublês não foi tão fácil!!) … Stephen Woolfenden fez uma trabalho incrível!

Caitriona BalfeUm ou dois dos nossos dublês canadenses tiveram que ir para o pronto socorro naquela noite (distensão do ligamentos e joelho machucado) … uma visão e tanto às três da manhã em traje completo no hospital de Perth!!! Um enorme parabéns para todos aqueles caras que fizeram cena após cena por horas!!

Pergunta: Parece que vocês tiveram um clima bom para as gravações. Estava tão quente quanto pareceu?
Caitriona Balfe: Foram quase duas semanas de transições e gravações noturnas, mas durante a onda de calor escocesa!! Um clima agradável, exceto que fazia frio de noite para aqueles usando tanga e calças de cabedal!!!

Pergunta: Oi, Caitriona. Obrigada por tudo o que você dá aos fãs, se pudéssemos te dar algo em troca, o que você gostaria que fosse?
Caitriona Balfe: Vocês me dão tanto… Apenas ainda estejam aqui quando estivermos com a quinta temporada pronta, por favor!!!!

Pergunta: Beijem como se fosse a última vez!
Caitriona Balfe: Acho que a Claire realmente espera que o Jamie escape na primeira chance que tiver… não é um adeus para sempre!!!!! (mas todos os beijos deveriam ser como se fossem o último!!!)

Pergunta: A quinta temporada será gravada predominantemente na Escócia, como na quarta?
Caitirona Balfe: Sim.

Caitriona Balfe: Ooooh, Jocasta!!! Desperdiçando bom uísque! … ESPERE, JOOCASTA, sua safada!!!! Murtasta para sempre!!!!

Caitriona Balfe: Para um pequeno historiador, Roger com certeza sabe bater.

Caitriona Balfe: Bem, parece que o jovem Ian vai ficar bem… Ele estava tipo, ‘Tia e tio, quem..!!??!! Vou ficar com esses caras legais…

Pergunta: Pergunta importante, como você se prepara para cenas emocionalmente desafiadoras?
Caitriona Balfe: Muita preparação… Você quer se certificar de que você fez trabalho o suficiente e que você pode ir tomada atrás de tomada e ainda ter o gatilho!

Pergunta: Vocês geralmente gravam fora de ordem ou vocês seguem a história? Imagino que o clima deve pesar também… 
Caitriona Balfe: Geralmente gravamos dois episódios por vez e vamos e voltamos nesses episódios, mas esta temporada tivemos que misturar muito dessa temporada…

Pergunta: Estou muito curiosa, que horas você vai para a cama quando não está gravando?
Caitriona Balfe: Me esforço para ir para a cama antes da meia-noite… algo que eu preciso melhorar! Especialmente quando, às vezes, o alarme toca às 04:30.

Caitriona BalfeAwwwww bebê!!! #vovóorgulhosa

Pergunta: Qual foi a coisa inesperada ou vergonhosa que aconteceu com você no set desta temporada?
Caitriona Balfe: Estar no set com as mesmas pessoas por 5 anos significa que vergonha e a dignidade foram perdidas há muito, muito tempo… Acho que eu já não me envergonho de nada…!

Pergunta: Qual foi a cena mais difícil para você esta temporada?
Caitriona Balfe: Talvez aquela com o Rufus… coisas difíceis para se filmar.

Pergunta: Qual é a sua rotina de treino? Estou considerando correr a minha primeira maratona.
Caitriona Balfe: Não faça o que eu fiz e treine meia boca. Encontre um programa… demanda MUITO tempo, mas vale a pena… agora estou de volta a yoga e pilates! É mais o meu ritmo.

Pergunta: Você gostaria de fazer um filme de ação no futuro?
Caitriona Balfe: Sim… Mas acho que preciso de um tutorial de Sam Heughan sobre como ser durona e parecer legal ao mesmo tempo.

Pergunta: Qual foi a sua cena preferida de ver na tela ou gravada que não tenha sido uma sua?
Caitriona Balfe: Acho que a Sophie Skelton esteve incrível na cena do nascimento!!

Pergunta: Você já finalizou a dublagem da sua série de bonecos?
Caitriona Balfe: Não totalmente. Ainda há um pouquinho para fazer. É muito divertido!

Pergunta: Qual livro você está lendo no momento?
Caitriona Balfe: Blood Child and Other Stories por Octavia E. Butler. FOi um achado no aeroporto, ontem, e eu estou quase terminando. Estou amando.

Pergunta: Como o Sam Heughan é no set?
Caitriona Balfe: Uma total diva mimada. Ele levanta os pesos dele por aí, blá blá blá Sou o Sam Heughan e quero M&Ms verdes… Quero proteína. Quero fazer flexões… blá blá. Um pesadelo!!

Pergunta: Por qual séries/filme você está viciada no momento?
Caitriona Balfe: A Favorita!

Caitriona Balfe: Uau… e é isso… a quarta temporada!! Obrigada a nossa incrível equipe que trabalha tão duro todos os dias e não recebe elogios suficientes. Obrigada a todos os extras que trazem tanta vida a cada cena e não recebem o reconhecimento que merecem. A todos os roteiristas e produtores, Matt B. Roberts, Maril Davis, e todos de Outlander e da Sony que apoiam a nossa sérieao longo do ano E obrigada a TODOS por assistirem!!!

Na noite passada, o final da quarta temporada de Outlander foi ao ar, nos deixando com muitas sensações, pensamentos e perguntas, muitas. Então, pedimos a Caitriona Balfe, também conhecida como Claire Fraser, que nos desse sua opinião sobre o episódio. Aqui, a atriz indicada ao Globo de Ouro fala sobre o episódio final, reflete sobre suas cenas preferidas da temporada, compartilha o que ela espera para a Claire na próxima temporada e explica por que não podemos ver Sam Heughan sem camisa em todas as cenas.

Como você descreveria a Claire nesta temporada, seguindo para o episódio final, e onde a deixaremos?
Bem, foi uma temporada muito diferente para a Claire. Ela não é mais a principal. A história se expandiu muito para incluir Brianna, Roger e o resto da família. De certa forma, isso nos dá a chance de desdobrar todos esses personagens e explorá-los.

Para a Claire, definitivamente foi uma temporada em que ela conseguiu relaxar um pouco mais. Porque, de muitas maneiras, ela e Jamie se encontraram agora. Eles estão vivendo em Fraser’s Ridge. Eles estão começando a construir essa família e a comunidade e o relacionamento deles está firme, embora ainda haja muitas situações e forças externas que causem conflitos entre eles ou os forcem a se separar. Mas não é uma questão sobre a profundidade do amor deles ou algo assim. Então, de muitas maneiras, ela foi capaz de relaxar nesse sentido.

Mas também foi muito interessante que eu pude explorar a Claire como mãe de uma maneira muito diferente da que nós já tivemos a oportunidade de mostrar. A diferença do que é ser mãe de uma criança ou de um jovem adulto e, agora, mãe de uma adulta e alguém que é meio igual a você. Acho que esse foi um foco muito interessante em quem a Claire é e no que eu estava trabalhando nesta temporada.

Houve tantas cenas emotivas. Aquele momento em que ela percebeu que Brianna havia sido atacada e quem a atacara foi tão comovente. Isso deve ter sido um momento emocional no set e difícil de fazer.
Sim. Tipo, toda essa história é tão dolorosa. Sophie faz um trabalho tão maravilhoso. Ela realmente floresceu nesta temporada e tem sido tão legal vê-la ter mais responsabilidade e tempo [de cena]. Foi maravilhoso de se ver e, então, poder fazer essas cenas com ela foi ótimo.

É um material tão difícil e é uma coisa tão dolorosa, como mãe, ver a filha passar por isso e fazer essas revelações. Não só ela foi estuprada horrivelmente, mas também quem o fez, e aí o fato dela estar grávida . É um material difícil, mas também é o tipo de coisa que você gosta muito de fazer, porque você realmente sente que pode explorar algo que é significativo para muitas pessoas. Eu acho que é importante que podemos explorar essas coisas e trazê-las para a conversa, bem como para as pessoas.

Outro momento emotivo que me surpreendeu por não ser incluído no episódio final foi a cena do parto: Claire não está lá para o nascimento do neto e Jamie também não, mas eu sei que no livro eles estão. Você tem alguma opinião ou conhecimento do por que essa mudança foi feita ou o que você acha disso?
Esse é o tipo de pergunta para os roteiristas. Eu não estou completamente certa de porque eles tomaram essa decisão, mas eu tenho certeza de que eles… Sabe, é muito difícil tentar abordar todos os tópicos diferentes e fazer tudo se encaixar. Sabe, nossa temporada é de apenas 13 atos. Esses livros são muito grandes e há muita coisa.

Há momentos em que você fica desapontado com algumas das coisas que são modificadas, mas também imagino que eles não teriam sido capazes de amarrar todas as coisas corretamente, [mas] só por conta das restrições da duração. Acho que a Sophie fez um trabalho maravilhoso nessas cenas. Acho que para o Jamie e para a Claire, poder ver o neto, quando eles o veem pela primeira vez, qualquer uma das dores do arrependimento de não estar lá para o nascimento ou algo do tipo desaparece. Teria sido legal ter feito essas cenas com a Sophie, mas acho que a maneira como eles gravaram e como acabou, elas foram fantásticas.

É. Eu não sei mais do que isso.

Você tem uma cena preferida desta temporada?
Eu tenho algumas. Acho que a cena que você mencionou com a Sophie, ela confiando na Claire e a Claire meio que sabendo que algo está acontecendo e percebendo o que era. Sabe, essas são coisas difíceis de suportar. Foi muito bom quando estávamos filmando. É uma alegria trabalhar com a Sophie, então acho que isso foi o ponto alto. Algumas das cenas com o David Berry [Lorde John Gray], no episódio seis, também foram um ponto alto. Eu acho que ele é um ator tão maravilhoso e foi uma dinâmica tão interessante e estranha de se explorar. É legal quando você pode ver algumas dessas coisas.

Algumas das coisas românticas que Sam e eu pudemos fazer com o Jamie e com a Claire. A cena do banho, sabe, ainda é um ponto alto para mim. Eu acho que conforme a série se expande mais e mais, não temos tantas oportunidades de mostrar esses momentos íntimos e românticos e acho que quando o fazemos, realmente gostamos. Damos muita importância a isso, então essa foi uma cena muito linda. Denise Di Novi, que dirigiu, fez um trabalho maravilhoso. Então, é.

Você acabou de mencionar que vocês não têm tantas chances de mostrar esses momentos mais íntimos. Você acha que é porque há muito do enredo para condensar ou por causa do desenvolvimento do personagem?
Bom, acho que tivemos alguns episódios nesta temporada em que o Sam e eu simplesmente nem participamos. Então, obviamente, se você expandir o mundo mais e mais, mais e mais tempo é dado a outros personagens, suas histórias e seus arcos. Então, você não pode, em toda vez que você vê a Claire e o Jamie, tê-los em um momento de preliminares/pós-sexo-no-meio-do-sexo. Sabe, acho que ainda temos cenas de sexo, ainda temos momentos íntimos, ainda tentamos nos certificar de que esses momentos estão lá e que eles sejam honestos e importantes para o enredo.

Mas, sabe, acho que às vezes quando digo, “Bom, agora estamos explorando um casamento maduro,” as pessoas interpretam erroneamente que, ao dizer isso, eu acho que as pessoas maduras no casamento não fazem sexo. Isso definitivamente não é verdade. Eu acho que, obviamente para a Claire e para o Jamie, ainda há muita paixão lá, mas é diferente. É um tipo diferente de paixão e deveria ser diferente de quando eles se conheceram. Tipo, qualquer um que tenha estado num relacionamento de longo prazo lhe dirá que como você é no começo é muito diferente de como você é quando se passaram alguns anos. Isso não significa que vocês não estejam mais incrivelmente conectados e que não há mais paixão e que vocês ainda não fazem sexo, mas o que estou dizendo é que é diferente.

A importância disso, talvez, não seja tão acentuada quanto no começo. Sabe-se que temos que explorar todos os aspectos do relacionamento deles. E isso também está na história que estamos contando, eles estavam vivendo em uma casa com o sobrinho deles. E, às vezes, eles estavam na estrada ou moravam em uma cabana com o sobrinho. Então, tem que se levar em consideração a logística e a história. Sempre dissemos que o sexo tem que ser parte da narrativa. Nós não vamos apenas jogá-lo lá, só por jogar. Acho que encontramos momentos realmente lindos para incluí-lo nesta temporada e acho que eles foram impactantes, e acho que à medida que avançamos, continuaremos a tentar fazer isso. Mas, sabe, não é mais a história exclusiva de Claire e Jamie. Há uma família mais ampla e uma comunidade mais ampla, isso tudo toma tempo, então, obviamente, impacta o quanto você mostra ou vê de todos os aspectos de relacionamento deles.

Você sabe quando vocês começarão a gravar a quinta temporada? Vocês já começaram a gravar?
Ainda não começamos a gravar. Acho que não está longe. Não tenho certeza da data exata, mas será muito em breve.

Você é capaz de dar pistas ou dicas sobre como será a próxima temporada ou o que você gostaria na próxima temporada?
Estamos seguindo A Cruz de Fogo, acho que esse será nosso guia. Em cada temporada nós meio que nos baseamos no livro dessa série. Então, muito disso é, há um grande encontro. Há também, acho, a expansão de Fraser’s Ridge e todos os vários personagens diferentes que chegam lá, o assentamento se torna maior. Mas, como já antecipamos no final desta temporada, há essa verdadeira guerra revolucionária em crescimento. Acho que isso vai aparecer bastante e o impacto que ela tem sobre a família e os agregados e onde a lealdade das pessoas está. Acho que será bem interessante.

Há alguma coisa que você deseja para a Claire ou para algum outro personagem? Eu sinto que finalizamos em um momento tão dramático com o nascimento do neto e também com o jovem Ian começando esta nova vida com os moicanos. Parece um grande momento.
Eu só quero continuar a explorar essa personagem e expandir o que já fizemos. Sabe, é um momento interessante para a Claire, na vida dela: ser avó, ter toda essa família completa. Por quanto tempo isso será satisfatório o suficiente para ela? Será que ela vai meio que expandir, talvez, o lado mais profissional dela de novo? Sabe, e apenas continuar a aprofundar e explorar esse relacionamento entre esses dois personagens

Claro, eu amo todos os pontos emocionantes da trama e tudo isso, mas para mim, a coisa realmente interessante é quando você mergulha mais nos momentos do personagem. Então, sim, espero que façamos mais disso.

No que mais você está trabalhando no momento que você está animada?
Bem, terminei de gravar um filme um pouco antes do Natal, Ford vs. Ferrari, que foi muito divertido. Ele será lançado em junho. Ele é muito emocionante.

Eu tenho feito a dublagem para O Cristal Encantado, o que é muito divertido. É uma nova série de TV para a Netflix. Eu interpreto uma princesa guerreira Gelfling. Tem sido muito legal. Sabe, eu me lembro desse filme tão vividamente na minha infância e era uma coisa tão legal naquela época, então tem sido muito divertido fazer parte disso. E sim, tem sido legal fazer outras coisas, coisas bem diferentes, antes de voltarmos. Mas eu acho que já estamos todos impacientes para retornarmos. Parece que faz um bom tempo desde que finalizamos [as gravações], então acho que estamos só esperando pelos roteiros e estaremos prontos para começar.

Deve ser divertido estar no set, finalmente, com a Sophie, o Rik, o Sam, o John e todo mundo, os dois mundos de Claire colidindo e todas essas pessoas que não tinham trabalhado juntas antes, se juntando.

Sim, tipo é engraçado. Eu acho que eu meio que trabalhei com todo mundo mais ou menos.

Sim, você é a conexão.

Eu me sinto meio enganada, porque eu costumava ter informação privilegiada sobre todo mundo e agora todo mundo se conhece. Não, é legal. É muito legal. Tipo, temos um grupo tão lindo de atores. Tem sido um grupo muito divertido e uma temporada muito boa, então, é. Acho que estamos todos animados para voltar e passar tempo juntos novamente e continuar a história.