Los Angeles, a atriz Caitriona Balfe se divertiu trabalhando com Matt Damon em Ford v Ferrari e diz que ele é o melhor amigo de todo mundo.

Matt é de verdade o tipo de cara que é o melhor amigo de todo mundo, ele tem jeito com as pessoas. Acho que todos só querem ir e beber uma cerveja com o Matt,” Balfe disse.

Carroll Shelby (o personagem de Matt Damon) também era assim. Ele tinha essa integridade, ele era pé no chão e você vê tudo isso no Matt, também. Então, é (Matt Damon e Christian Bale) realmente foram as escolhas perfeitas,” ela completou.

Damon, junto de Bale, serão vistos dando vida a uma grande rivalidade na telona em Ford v Ferrari.

Balfe, que interpreta o papel da esposa devotada, Mollie Miles, fala sobre o personagem de Bale: “Acho que Christian, quem sabemos muito bem que ama interpretar o papel de rebelde contra a sociedade. Vimos O Lutador ou, em um grau diferente, em Vice. Ele tem esse tipo de aparência de excluído e renegado, o que é perfeito para o Ken.

Ford v Ferrari tem como pano de fundo a batalha entre os fabricantes de automóveis Ford e Ferrari nos anos de 1960, quando eles batalhavam para conquistar o prêmio máximo das 24 Horas da Le Mans. O filme de James Mangold mostra as equipes de engenheiros e projetistas liderados pelo visionário Carroll Shelby (Damon) e seu piloto britânico Ken Miles (Bale) para explorar temas como laços de amizade masculinos e rivalidade, enquanto os a equipe da Ford tenta construir um carro de corrida que possa bater a lendária Ferrari.

Este esforço transformou todo o mundo das corridas.

Ford v Ferrari já está nas melhores salas de cinema.

Caitriona Balfe, a estrela de Outlander, fala como  deixou a carreira de modelo e chegou a estrelar Ford v Ferrari

A atriz irlandesa se mantem firme com Matt Damon e Christian Bale em uma cinebiografia do automobilismo de Hollywood

Em Hollywood, há cenas fáceis e cenas difíceis. As fáceis implicam em boas falas, atores despretensiosos como colegas de elenco e você tem tempo de cena. E, então, há as cenas de Caitriona Balfe, a cercade  dois terços do filme biográfico de automobilismo, Ford v Ferrari, em que o vencedor do Oscar, Christian Bale, e um dos astros mais lucrativos de Hollywood, Matt Damon, estão brigando em frente à casa de Bale. Balfe tem que sair, pegar uma cadeira, abrir uma Coca-Cola e assistir.

Juntos, Damon e Bale valem 194 milhões de libras, de acordo com o site Celebrity Net Worth. O primeiro interpreta o independente projetista americano Carroll Shelby, o segundo, seu melhor amigo Ken Miles, um piloto de corrida britânico que é tão obstinado que faz os independentes parecerem conformistas obedientes. A Ford apostou tudo para vencer a Le Mans contra a Ferrari e essa luta decidirá o filme. Bale e Damon dão tudo em atuações espetaculares. No entanto, o humor irônico de Balfe e a atuação delicada praticamente roubam a cena.

Alguns anos atrás, eu estaria naquela cena como decoração, revirando os olhos para os meninos,” diz ela com um sorriso, quando nos encontramos para discutir o filme, em um hotel em Londres. Ela é uma ex-modelo e sua altura e graça combinam com a passarela – embora ela esteja vestida com um vestido largo e confortável, em vez de saltos altos e um espartilho.

O roteiro de Jez e John-Henry Butterworth já dá a Balfe, que interpreta a esposa de Ken, Mollie Miles, muito mais a fazer do que revirar os olhos. Mas ela ainda aproveitou a oportunidade para passar um tempo com o filho de Ken e Mollie, Peter, assistir a documentários antigos da Le Mans com entrevistas com as esposas dos motoristas e descobrir um artigo que Mollie escreveu para uma revista de carros sobre o primeiro encontro do casal. Balfe usou sua pesquisa para concretizar uma mulher alegre e plausível.

O artigo é hilário, ela tinha 16 anos, ele apareceu em um carro a manivela dos anos 1920, eles se perderam e o carro quebrou,” ela ri. “Ela apenas o apreciava e o entendia. Obviamente, este é um filme sobre corridas de automóveis na década de 1960, então será um mundo dominado por homens, mas era importante vermos um relacionamento equilibrado. Eu tive a oportunidade de imprimi-la com o máximo de vida e a complexidade que eu quisesse e dar um equilíbrio muito bom aos carros velozes, rapazes e garotas.

Para muitos no Reino Unido, esta pode ser a primeira vez assistindo a atriz irlandesa de 40 anos no cinema. Ela teve papéis em Jogo do Dinheiro, Rota de Fuga e Super 8 – “Eu era uma mãe morta,” ela diz. “Eu vi esse filme,” eu começo “mas eu não…” “Você não percebeu quem era aquela mãe morta incrível? Estou chocada.” Seu papel como Claire, em Outlander, que revelou a sua carreira e lhe rendeu indicação ao Globo de Ouro é provavelmente o mais conhecido. A adaptação americana dos romances de Diana Gabaldon sobre uma enfermeira da Segunda Guerra Mundial transportada no tempo para as ascensões jacobitas de meados do século XVIII era exclusiva da Amazon Prime Video até que o canal More 4 a comprou, em 2017.

Somos rodeados na América, mas filmamos na Escócia e as pessoas não notaram até o More 4,” ela diz com um sorriso. “Podíamos passear despercebidos por Glasgow. Agora você está no supermercado, as pessoas aparecem e eu penso: ‘Não deveria ter saído de pijama’.

Por um momento, é difícil imaginar que o pijama de Balfe seja nada menos que alta costura, mas acontece que ela é tão ousada, divertida e determinada quanto as personagens que interpreta. Nascida em Dublin, ela cresceu em uma cidadezinha chamada Tydavnet, em County Monaghan, depois que seu pai, um sargento de garda, foi locado lá. Tydavnet tinha um correio, uma loja que também era um pub, outro pub e uma igreja. “Tudo o que você precisa,” ela sorri.

Embora o pai dela fosse o policial local, ele também estava em uma trupe de comédia amadora, “Um policial, dois diretores, um fazendeiro e um lojista que escreviam e apresentavam quadros de comédias e ganhavam competições em todo o país.” Ela faz uma pausa. “Pensando nisso agora, provavelmente há um filme aí.

Desde que Balfe se lembra, ela tentava entreter as pessoas. “É muito vergonhoso, mas eu costumava falar comigo mesma com sotaques diferentes e eu imitava a Margaret Thatcher, o que é estranho para uma jovem garotinha irlandesa.” A sua esperada rota para a atuação através do Conservatório de Música e Drama de Dublin* estava em andamento, quando, aos 17 anos e no final de seu primeiro ano, foi encontrada por uma agência de modelos e levada ao continente para desfiles de moda. “Meus pais não ficaram muito satisfeitos no começo.

A carreira de modelo deu a ela muitas coisas, inclusive viagens e dinheiro. “Mas não acho que seja o local de trabalho mais saudável, a confiança das modelos fica no banheiro,” ela diz calmamente. No entanto, Balfe não era uma moça magrela e vulnerável: ela entrou em greve para garantir o dinheiro que lhe era devido e lançou, com Sarah Ziff, a Model Alliance** – uma organização que luta contra comportamentos impróprios financeiramente e sexualmente.

Em 2007, ela estava morando em Nova York, sendo informada de que 27 estava além do requisitado e o purgatório dos catálogos de moda a aguardava. “Fazer catálogos no meio do Texas não era a vida que eu imaginava,” ela diz. Amortizada por seu dinheiro de modelo, ela se mudou para Los Angeles e começou as aulas de teatro. “Eu não fazia ideia de como iniciar,” ela dá de ombros. “Eu li um artigo da Amy Adams no qual ela falava sobre seu instrutor de teatro, cujos escritórios ficavam a uma curta distância de onde eu morava. Eu não estava dirigindo na época, então foi para lá que eu fui.

O agente dela de Londres a mandou para Outlander, enquanto o passaporte dela estava preso no consulado indiano, antes de uma viagem com o produtor musical Tony McGill*** (agora marido dela). Eles queriam que ela voasse através do oceano e ela passou dias gritando ao telefone com “uma pobre pessoa no consulado de São Francisco que não gosta nem um pouco de mim.

Mas ela conseguiu e eles a escolheram; ela foi aplaudida pelos fãs do livro em uma convenção e agora ela é uma estrela de cinema bem casada. Tudo o que falta é a chance de trabalhar na Irlanda. “Eu adoraria,” ela assente. “Mas eu meio que gosto de começar na América e depois voltar para Dublin. É como virar a história da Irlanda de cabeça para baixo.

Ford v Ferrari está nos cinemas desde a última quinta-feira (14).

* Caitriona Balfe estava, na verdade, estudando no Instituto de Tecnologia de Dublin (DIT).

** A Model Alliance foi fundada somente por Sara Ziff, Caitirona Balfe é apenas uma das apoiadoras da fundação.

*** A viagem seria com alguns amigos.

Do diretor James Mangold, o drama de alta octanagem Ford v Ferrari é inspirado na história da vida real do projetista de carros e visionário automotivo americano Carroll Shelby (Matt Damon) e de seu piloto britânico Ken Miles (Christian Bale), que superaram seus próprios demônios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford que pudesse desafiar a Ferrari na corrida mais difícil de todas, as 24 Horas de Le Mans, em 1966. A parceria deles é uma prova de como o pensamento não convencional, a inventividade, a determinação e a vontade podem superar os obstáculos de conseguir algo extraordinário.

Durante essa entrevista por telefone com o Collider, a atriz Caitriona Balfe, que interpreta a esposa de Ken Miles, Mollie, falou sobre como foi conhecer Mangold pela primeira vez, o que mais a impressionou em Bale e Damon e o que a surpreendeu ao fazer um filme desta escala. Ela também falou sobre atingir o marco da quinta temporada em sua série da Starz, Outlander, sobre o que ela está mais animada com a próxima temporada (que estreia em fevereiro de 2020) e equilibrar o que os fãs do livro querem ver com as novas surpresas.

Collider: Parabéns por este filme! Ele é tão bom e, como elenco, vocês todos estão sensacionais nele.

Caitirona Balfe: Oh, que bom. Fico feliz que tenha gostado.

Collider: Você teve a sensação, quando estava fazendo este filme, de que ele seria um dos melhores de 2019? Dá para dizer, quando se está no set, como algo será ou é só quando ele está pronto e você vê o produto final que você sente que realmente sabe?

Caitirona Balfe: É, eu não sei se você realmente sabe como as coisas serão, porque há muito que precisa acontecer e dar certo. Mas o que eu sei é que o sentimento no set era realmente bom. Jim [Mangold] cria essa atmosfera maravilhosa. Ele é esse condutor fantástico. Havia tantas partes emocionantes e tantas coisas para ele acompanhar, com todas as coisas de corrida e tudo mais. No começo, gravamos muitas coisas da nossa família isolados nesta casa em Highland Park. Mais tarde nas gravações, eles construíram alguns dos sets interiores em um dos hangares do aeroporto enquanto ele estava filmando simultaneamente muitas das coisas de corridas. Então, dava para sentir que ele estava realmente em um ótimo ritmo e empolgado com o que estava fazendo, e isso criou esta atmosfera maravilhosa, que todos sentiam que estavam em mãos realmente seguras. Quando se tem isso, você espera que seja transmitido para a tela e, felizmente, parece que transmitiu. Isso é realmente emocionante, pois foi realmente muito divertido de gravar.

Collider: Como foi conhecer James Mangold pela primeira vez? Você ainda fica nervosa na noite anterior à uma reunião com um grande diretor sobre um papel muito legal?

Caitirona Balfe: Oh, claro, sim. Além disso, Garota, Interrompida apareceu muito no final da minha adolescência/início dos meus 20 anos e Johnny & June também foi um filme incrível. Eu fui ler para ele, na verdade, e ele tem essa personalidade alegre e bombástica. Ele assume o controle de qualquer sala, então, no minuto que você o conhece, ele é tão sociável e amigável, e foi muito divertido. Começamos a ler as cenas do dia e ele estava lendo a parte de Christian [Bale] e estávamos realmente entrando nela. Em um momento, estávamos tão na cena, mas ele cometeu um erro e começou a me bater com o roteiro e eu fiquei tipo, “Oh, isso é um bom sinal!” Foi bem divertido. Ele foi brilhante. Quando você começa a trabalhar com um diretor que está no seu melhor, como ele está, é uma delícia.

Collider: Uma das coisas que James Mangold é capaz de fazer em todos os seus filmes é conseguir atuações incríveis de todos os seus atores. Não importa quão grande ou pequeno o papel, toda atuação é excelente. Você pode descrever como é trabalhar com ele? Por que você acha que ele sempre consegue isso?

Caitirona Balfe: Você imediatamente percebe que ele realmente se importa com o personagem e com o que você está sentindo e trazendo para a situação. Mas o que também foi incrível foi o quão maleável Matt [Damon] e Christian estavam com ele. Antes de gravar, eu estava pensando que talvez eles fossem muito presunçosos sobre o que estavam trazendo, mas eles haviam desistido de todos os controles porque tinham muita confiança no que ele vê. É isso, você realmente confia no que o Jim está vendo. Se algo não está dando certo e ele vê que não está, você fica pensando, “Certo, vou deixar que ele me diga como fazer melhor. O que você gostaria? Como você gostaria que fosse diferente?” Ele foi simplesmente brilhante. Foi muito divertido trabalhar com ele.

Collider: Você tem apenas algumas cenas para mostrar o relacionamento entre sua personagem e o personagem de Christian Bale. Você pode falar sobre filmar a cena na garagem, no começo do filme, e como foi fazê-la?

Caitirona Balfe: Oh, meu Deus, esse foi o meu primeiro dia. O que foi ótimo foi que, antes de começarmos a gravar, andamos pela garagem e pela casa com o Noah [Jupe] e o Christian. Então, todos tivemos uma boa noção de como aquela casa era. Não há nada pior do que entrar no set pela primeira vez e ter que agir como se você o conhecesse intimamente. Isso foi algo ótimo que eles nos deram. Christian é um artista tão incrível e um homem genuinamente adorável. Ele é um cara de família. Quando você começa a conversar com ele, percebe, “Esse cara é um pai tão incrível e um marido tão incrível.” Acho que me alimentei desse lado do homem de família e trabalhei com isso.

Collider: Há muitas histórias sobre o quão intimidador e intenso ele pode ser quando trabalha. Esse lado homem de família dele foi algo que você achou surpreendente?

Caitirona Balfe: Sou como todo mundo: eu tinha uma ideia de talvez como ele seria. Eu entrei nesse filme com a ideia de que eu ficaria muito intimidado por ele e Matt [Damon]. Imediatamente, quando você conhece os dois [e] a primeira coisa que me impressionou sobre os dois é que eles são apenas esses grandes e humildes homens de família. Não havia ego ou ostentação. Foi muito legal. No primeiro dia, foi tipo, “Oh, isso será tão legal.” Ele é um ator tão generoso, e ele foi muito, muito gentil com Noah e simplesmente adorável. Não sei se foi surpreendente, mas foi uma coisa adorável de descobrir.

Collider: Como foi filmar a cena dirigindo?

Caitirona Balfe: Foi uma loucura. Estávamos com o tempo apertadíssimo, naquele dia. Tínhamos esse equipamento, mas apenas por um certo período de tempo. Estávamos filmando em Agua Dulce, nos arredores de Los Angeles, e eles colocaram o carro em cima da plataforma com um cara dirigindo. Você está acelerando por essas estradas e, em seguida, há esses carros dos dublês passando por você ou vindo em sua direção e, mesmo que eu não estivesse realmente no controle, você sente a responsabilidade disso. E obviamente, também é uma grande cena emocional. Ser jogada por aí nessas estradas, enquanto você tenta passar pela cena, foi bem engraçado. No início, em uma das primeiras tomadas, Christian estava tipo, “Não, incline-se para o outro lado, quando você for fazer a curva” e fiquei tipo, “Certo, boa ideia.” Mas foi realmente divertido . Foi apenas uma cena muito legal e também é o centro emocional desse casal. Ela realmente me deu uma visão de quem a Mollie era. É tão revelador do tipo de relacionamento que os dois têm, então foi uma coisa muito legal.

Collider: Quando se trata de momentos memoráveis das filmagens, houve um ou dois dias que você sempre se lembrará de fazê-lo?

Caitirona Balfe: Esse dia foi bastante memorável. A adrenalina estava alta para toda a equipe e estávamos em um momento difícil, como por quanto tempo tínhamos esse equipamento e tínhamos que filmar as cenas em um determinado período de tempo. Eu estava na estrada e era um grande grupo de homens e, em um determinado momento, todos estavam correndo para uma vala para fazer xixi e eu fiquei tipo, “Eu sou a única mulher aqui. Para onde eu deveria ir?” Então, corri atrás de um arbusto no meio do deserto. Acho que nunca fiz isso antes. Foi tudo memorável. Acho que também no dia em que Matt e Christian tiveram aquela grande cena de luta dentro de casa, foi uma coisa tão divertida de assistir. Os dois são tão engraçados e tão bons em serem lutadores terríveis. Isso foi bastante memorável. Não me esquecerei disso.

Collider: Você está alcançando um marco com a quinta temporada de Outlander, o que é muito raro para uma série de TV nos dias de hoje. Pelo o que você está mais animada com a próxima temporada? Como tem sido a experiência, à medida que a série continua crescendo e mudando?

Caitirona Balfe: Sim. É engraçado, todos nós definitivamente começamos a sentir que estamos em um lugar muito privilegiado com a série, que está no ar há tanto tempo, que ainda tem um público e que parece que ele está crescendo e que ainda são dedicados. O que realmente amamos em gravar esta temporada é que descobrimos maneiras de continuar ultrapassando os limites. Para a Claire, no final da temporada, tenho um material realmente desafiador e isso é muito legal, poder se aprofundar em uma série. À medida que as temporadas passam, você encontra estabilidade e não está fazendo coisas tão interessante, mas ainda ultrapassamos os limites e isso é ótimo como ator.

Collider: A série é baseada nos livros, mas não adere 100% aos eventos deles. Para a quinta temporada, parece que há um bom equilíbrio do que os fãs do livro podem querer ver, com possíveis surpresas?

Caitirona Balfe: Sim. Definitivamente tivemos que fazer algumas mudanças, obviamente. Quando você muda pequenos trechos de livros anteriores, no momento em que o próximo livro é lançado e depois o próximo livro, você está lidando com desvios maiores do que está no livro verdadeiro. Mas tentamos, na medida do possível, voltar aos enredos e à história de Diana. Ela até escreveu um episódio nesta temporada, que foi fantástico de gravar. As principais histórias do Livro 5 estão lá e emprestamos algumas coisas do Livro 6. Acho que é uma temporada muito forte. Acho que os fãs ficarão realmente e agradavelmente surpresos e felizes.

Collider: Outlander é uma série de TV em grande escala e Ford v Ferrari é um filme em grande escala. O que te surpreendeu em fazer um filme dessa escala?

Caitirona Balfe: Obviamente, tudo é maior e melhor em um set de filme. O serviço de buffet é sempre o primeiro sinal. Mas devo dizer que, em Outlander, temos um orçamento bastante grande e o valor da produção que colocamos em nossa série é bastante surpreendente. Gravar nos Estados Unidos e quando o sol brilhava na Califórnia era muito diferente, na verdade, de gravar na Escócia. O luxo de fazer um filme é tempo e ter o roteiro. Você tem quatro meses para filmar e tem o roteiro desde o primeiro dia. Enquanto na TV, você recebe os roteiros de forma rápida e furiosa e as coisas estão mudando o tempo todo. Você simplesmente não tem o mesmo luxo de tempo, quando se filma sete ou oito páginas por dia, em vez de duas. Essa foi definitivamente a maior diferença.

Ford v Ferrari está em exibição nos melhores cinemas.

O mais novo filme de Caitriona BalfeFord v Ferrari estreou na última quinta-feira (14) no Brasil e sexta-feira (15) em outros lugares do mundo. O Portal Caitriona Balfe separou algumas críticas do filme que reconhecem o belíssimo trabalho da atriz em seu novo projeto e a importância de sua personagem na trama do filme.

O humor irônico de Balfe e a execução delicada praticamente roubam a cena.” Stephen Armstrong, The Times

Balfe, embora não tenha muito tempo de tela, é forte em tudo o que faz.” – Tavis Coburn, The New Yorker

Uma Caitriona Balfe brilhantemente simpática.Todd McCarthy, The Hollywood Reporter

O filme mergulha fundo nos personagens. Christian Bale devora a tela com seu sotaque cockney e comportamento impetuoso, mas as contribuições de atores como Tracy Letts e Caitriona Balfe devem ser reconhecidas. Os papeis de apoio são fundamentais para o sucesso da história. (…) Balfe retrata Mollie Miles extraordinariamente. Por mais intransigente que o marido dela fosse, ela era a rocha na vida dele. As cenas dela com Christian Bale ajudam a formar Ford v Ferrari.” Julian Roman, Movie Web

Não é uma surpresa que duas das melhores cenas do filme sejam sobre rodas. A primeira, quando Shelby leva Ford II para andar no GT40 (…). A segunda não acontece em um esportivo, mas sim dentro da minivan da família Miles com Mollie (Caitriona Balfe), esposa de Ken, no volante, mostrando, durante uma briga, que ele não é o único da família a saber conduzir um carro com maestria.

Estas se destacam por unir a destreza dos atores com uma direção de cena impecável que mostra o porquê Ford v Ferrari precisa ser visto no cinema.” Odhara Caroline Rodrigues, Revista Auto Esporte

A atriz que faz Mollie, a mulher de Ken Miles, Christian Bale. Caitriona Balfe. Que que é aquilo? Uma atriz que veio da TV, premiadíssima pela série Outlander. Nunca tinha ouvido falar. Resisto às séries, mas, nesses momentos, tenho de admitir, comigo mesmo, o que estou perdendo.” Luiz Carlos Merten, Estadão

O elenco de apoio pode não estar cheio de nomes familiares de Hollywood, mas esse elenco é sem dúvida um dos melhores que você verá o ano todo. Noah Jupe (Um Lugar Silencioso) e Caitriona Balfe (Outlander) como filho e esposa de Miles farão com que muitos espectadores procurem seus nomes no IMDb. (…) Balfe se mantém firme com seu carisma hipnotizante. A química dela com Bale é tão naturalmente íntima, como se eles fossem um casal na vida real- me encontrei sorrindo toda vez que eles interagiam – mágico!” The Flemish Seth, into:screen

Além disso, em destaque, quase imediatamente estão Peter Miles (Noah Jupe), o filho de quem o piloto é muito próximo e – assumindo com orgulho o lugar de arma secreta do filme – a esposa de Miles, Mollie. 

Interpretada dinamicamente pela irlandesa Caitriona Balfe (Outlander), Mollie é inquestionavelmente igual a Ken, um páreo para ele nas brincadeiras do tipo Bogart-Bacall e, como se vê inesperadamente, atrás do volante. Colocar uma mulher convincentemente forte e formidável nesse universo masculino foi uma das melhores idéias de “Ford v Ferrari” e o filme tem o bom senso de retornar ao casal repetidas vezes.” – Kenneth Turan, LA Times

“Ford v Ferrari é uma lição brilhante e emocionante sobre narrativa com três atuações sensacionais de Damon, Bale e Balfe. Adorei cada segundo! Parabéns, Mangold.” J.A. Bayona, diretor

Na última sexta-feira, 8 de novembro, Caitriona Balfe esteve em Londres para participar do programa da Virgin Radio UK, o Chris Evans Breakfast Show.

Durante a entrevista de divulgação de Ford v Ferrari, a atriz falou sobre o seu papel no filme: Mollie Miles, a esposa do piloto de corrida inglês, Ken Miles. Confira a seguir um trecho da entrevista legendado.

Ouça também a entrevista completa, a partir do minuto 27:42, a seguir.

Ford v Ferrari estreia nos cinemas brasileiros em 14 de novembro, adquira já o seu ingresso.

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A atriz Caitriona Balfe conta a Stylist tudo sobre o seu novo papel em Ford v Ferrari, revelando a coisa que ela mais estava nervosa e como sua própria mãe inspirou a sua personagem.

Caitriona Balfe é melhor conhecida por interpretar a corajosa viajante do tempo Claire Fraser, em Outlander. A série histórica retornará com a sua quinta temporada no próximo ano e os fãs estão contando os dias impacientemente. Mas, enquanto isso, Balfe está ocupada assumindo um novo papel – e está muito longe da onda e da brisa, das ilhas e mares de Outlander.

Ford v Ferrari é o novo filme de corrida que conta a história do piloto Ken Miles (Christian Bale) e do projetista de carros Caroll Shelby (Matt Damon). É um triunfante, mas agridoce conto da vida real de como amigos superaram seus demônios pessoas e se tornaram ícones no mundo das corridas. Também é um filme dominado pelos homens, com apenas um papel feminino listado.

Balfe interpreta Mollie Miles, que é casada com Ken. Embora o papel dela seja coadjuvante, ela é uma parceira igual no relacionamento, com algumas cenas fortes mostrando a sua oposição ao estereótipo de dona de casa dos anos 60 (uma das quais envolve Molly aterrorizando Ken ao dirigir seu carro em alta velocidade).

Mas, definitivamente, não foi a paixão por motores que atraiu Balfe para o papel…

O verdadeiro motivo de Caitriona Balfe ter aceito o papel de Mollie Miles

Na verdade, não comecei a dirigir até os 30 anos!” a atriz diz à Stylist antes do lançamento do filme. “E não posso dizer que na verdade sei muito sobre carros. Mas adoro filmes esportivos e sempre adorei e acho que eles podem dizer algo sobre o espírito e o esforço humano.

Ela está certa: o filme me deixou (uma ciclista que não possui carteira de motorista) gritando e torcendo internamente por Ken durante a corrida dele da Le Mans no final do filme. E, como a figura matriarca da história, a personagem de Balfe é fundamental para enfatizar o quanto essa corrida afetou a família de Ken.

Como Caitriona Balfe pesquisou seu papel em Ford v Ferrari

Uma das ótimas coisas que vi ao fazer a minha pesquisa foi um documentário sobre a Ferrari nas décadas de 1950 e 1960, quando ela tinha domínio real,” Balfe explica, ao falar sobre a pesquisa para o papel.

Ele mostrava quantos jovens pilotos haviam morrido naquela década, quando Enzo Ferrari estava realmente levando o carro ao seu limite,” ela continua. “Uma das coisas lindas do documentário foi que ele tinha muitas entrevistas com as namoradas e as esposas desses motoristas que morreram.

Foi tão surpreendente que, naquela época, era uma ocorrência tão comum as mulheres terem que deixar de lado as suas ambições. Quaisquer que fossem os sonhos delas, quaisquer que fossem as esperanças delas, uma vez que você se casasse ou começasse a sair com alguém, tudo isso era um pensamento secundário e você tinha que deixá-los de lado para tornar mais fácil as ambições dos homens aos quais a sua vida estava ligada.

A história inspiradora de Caitriona Balfe sobre ser uma dona de casa dos anos 60

Balfe também menciona a sua própria mãe ao falar sobre como ela escolheu se preparar para esse papel em específico, dizendo: “Minha mãe era uma mãe dona de casa, ela era e é incrível – e ela tinha 60 anos, quando finalmente fez um curso de psicologia. Muitas mulheres naquela época tiveram que se reprimir profissionalmente apenas para tornar mais fácil a vida de suas famílias. ”

Ela acrescenta: “Então, acho que era realmente importante mostrar o trabalho em equipe do casamento de Mollie e Ken. Embora, de muitas maneiras, esta seja uma história sobre Ken Miles e Carroll Shelby, Mollie era a espinha dorsal dessa família e desse casamento.”

Caitriona Balfe assume outro novo sotaque

A coisa mais estressante sobre este novo papel, segundo Balfe, foi o sotaque. Os fãs de Outlander estarão familiarizados com o sotaque de Oxfordshire de sua personagem Claire e nunca a vimos em um papel em que ela fala em seu sotaque irlandês nativo. Ela claramente é uma mestra em línguas, então por que achou a do norte da Inglaterra particularmente complicada?

“Acho que essa era a coisa que mais me deixava nervosa,” ela revela (depois de eu dizer que, como uma menina de Leeds: eu aprovo). “Eles iam e voltavam no que queriam que fizéssemos. Eles são uma família da classe trabalhadora, mas quando eu conversei com o verdadeiro Peter Miles, ele disse que a mãe dele Mollie costumava assumir um sotaque elegante – e ficava muito mais sofisticado dependendo de com quem ela estava falando.

“Então, decidimos por esse sotaque de classe média da época. Uma coisa é apresentar isso ao público americano, mas quando você vem para casa, no Reino Unido, você fica meio ‘oh Deus!’. Definitivamente, ele estará sob examinação mais detalhada.”

Caitriona Balfe revela o único lugar especial em que ela não gravou

Já que ser irlandesa faz parte da identidade de Balfe, a atriz também revelou que adoraria gravar na Irlanda e em um papel que usa seu sotaque natural.

Adoraria trabalhar na Irlanda,” ela diz. “Na verdade, eu nunca fiz um trabalho lá. Deixei a Irlanda quando tinha 18 anos, mas seria ótimo retornar e fazer algo lá – e tenho certeza de que seria bastante diferente de usar um sotaque que te ajuda a te afastar dos papéis de alguma forma. E, se eu estivesse fazendo isso no meu próprio sotaque, primeiro de tudo eu teria que descobrir qual ele é, pois é um pouco do meio do Atlântico. É engraçado. Eu gosto de atribuir isso ao fato de eu dizer que tenho ouvido musical. Mas o meu marido diz que se trata de falta de núcleo moral. [risos]”

Com o sucesso contínuo de OutlanderFord v Ferrari destinado a ser um hit, nos perguntamos em que época e sotaque ela se perderá em seguida.

O Cineworld esteve na estreia de Ford v Ferrari em Londres, no último mês, e conversou com Caitriona Balfe que contou como foi seu encontro com o diretor James Mangold e seu teste para o filme.

James Mangold é incrível. Ele é um ótimo diretor Cresci assistindo Garota, Interrompida, Johnny & June ou o que fosse, eu estava tão animada em trabalhar com ele. 

Eu li e fiz o teste para ele e me lembro de que estávamos fazendo a cena que eu dirigia, na qual ele interpretava o papel do Christian. Nós dois estávamos tão interessados nela que ele me acertou com o roteiro! [risos] Me lembro de pensar, isso está indo bem, na verdade!

Então, eu levei as minhas ideias a ele e nós dois estávamos com o mesmo pensamento. Tive muita sorte de conhecer o Peter Miles da vida real, quem Noah Jupe interpreta no filme. Obviamente, esta é uma visão dramatizada da família dele, mas ele foi tão generoso com as histórias sobre a sua mãe. Ter tudo isso tornou o trabalho muito mais fácil.

 

A estrela de Outlander, Caitriona Balde, de 40 anos, viaja para a década de 1960 para o seu papel de Mollie Miles, esposa do corredor famoso do automobilismo, Ken Miles (Christian Bale), em Ford v Ferrari (nos cinemas em 15 de novembro). O filme conta a história de como o projetista Carroll Shelby (Matt Damon) e o piloto Miles construíram um carro revolucionário para que a Ford competisse conta a equipe lendária da Ferrari na Le Mans, em 1966.

Este é mais do que um filme de corrida.

É um filme sobre amizades, trabalho em equipe e aquela paixão que faz de você quem você é. É sobre as pessoas que ajudam a facilitar isso.

Mollie e Ken têm um laço especial.

Ken é um homem que está por aí, correndo, mas ele não seria capaz de conseguir isso a menos que ele tivesse alguém que o ajudasse, apoiando-o. O trabalho em equipe que a Mollie e o Ken tinham era o do tipo que é preciso para alcançar algo grande.

O que mantém as cenas de corridas interessantes é que elas são intercaladas com as de Ken em casa com Mollie e Peter, o que acrescenta intimidade.

Durante algumas das pesquisas que eu estava fazendo, assisti a este incrível documentário. Na verdade, ele era sobre a Ferrari e a década que antecedeu esta época. Ele falava sobre quantos jovens pilotos da Ferrari haviam morrido no final dos anos 50 e meados dos anos 60, durante a época que a Ferrari estava se esforçando para obter essa excelência. Uma das melhores coisas deste documentário era que ele entrevistou tantas esposas e namoradas que viveram durante aquela época e que, infelizmente, perderam seus maridos ou parceiros.

Quando se em qualquer esforço que os seres humanos fazem que tenha um elemento de perigo, esquecemos das repercussões mais amplas dos objetivos deles ou das grandes coisas que eles tentam alcançar. Eles deixam famílias para trás. Todos os dias, quando eles saem e estão correndo, escalando montanhas ou qualquer uma dessas coisas que apresentam um elemento de perigo tão alto, a família ou as pessoas ao redor deles carregam o peso disso. Acho importante não se esquecer do papel que eles desempenham também.

Você conheceu o filho da Mollie e do Ken, Peter?

Tive muita sorte de conhecer o Peter verdadeiro. Não só tive sorte de passar um pouco de tempo com ele, mas ele me deu um artigo que a Mollie havia escrito para a revista Drive! falando sobre o primeiro encontro dela com Ken, mas Peter também me disse que ela também gostava de corridas. Ela era fã de corridas. Ocasionalmente, ela se juntava aos rapazes na pista de corrida. Portanto, é importante mostrar que isso era uma paixão para a família inteira, não era só a paixão de Ken.

A Mollie é muito diferente da Claire, de Outlander. A palavra “atrevida” veio à mente enquanto o eu a assisti.

Elas são mulheres muito diferentes, mas acho que a Mollie teve que sacrificar muito pelo sonho de Ken. Eles se mudaram da Inglaterra. Eles se mudaram para a Califórnia. Ela era totalmente uma mãe e uma esposa, mas eles eram uma equipe e era isso que eu amei nesse relacionamento. Acho que o que o [diretor] Jim [Mangold], o Christian e eu estávamos muito interessados em retratar é o trabalho em equipe que deve existir dentro de um casamento para que uma pessoa consiga conquistar algo grande.

Ela pode não ser a pessoa que está liderando este relacionamento, mas é uma parte essencial dele e vai querer satisfações do Ken. De certa forma, ela confia nele para tanto apoio e segurança, como muitas mulheres de sua geração confiavam. Então, se ele não fizer as coisas que prometeu e colocar a segurança dela e da família dela em risco, ela vai se certificar que ele não vai se safar disso.

Eu acho que muitas mulheres tiveram que fazer isso naquela época. Elas não eram os donas de seu próprio território ou não estavam no controle de seus próprios destinos. Elas uniam os destinos delas a esses homens e há uma responsabilidade nisso, também, na qual ela tem que garantir que ele cuidará dela como disse que cuidaria.

Tanto a Claire quanto a Mollie são mulheres muito apaixonadas por seus maridos e são correspondidas. Mas, também, esses dois homens respeitam as suas esposas. Isso é algo que você procura quando aceita um papel?

Eu procuro um bom roteiro. Eu ficaria feliz o suficiente em interpretar um tipo diferente de personagem que não tivesse isso, se eu dissesse algo sobre esta situação. Você sempre tem que ter um ponto de vista e sempre tem que dizer alguma coisa. De muitas maneiras, especialmente na época em que estamos, gosto de transmitir algum tipo de bem ao mundo. Mas eu fiquei muito atraída pelo roteiro e pela história. Na verdade, sou fã de corridas e sempre fui. Então esse também foi um elemento que, a meu ver, talvez não seja tão comum entre as mulheres, mas não acho que seja um esporte exclusivamente masculino.

Também há muito humor nele. Os momentos no set foram bons?

Jim é uma pessoa tão jovial, brilhante e enérgica e realmente deu o tom no set. Ele traz tanta energia, ele é engraçado e tem uma personalidade próspera. Foi ótimo, porque o Matt [Damon] é um dos caras mais pé no chão, mas engraçados, e Christian tem um lado tão engraçado e pateta em sua personalidade também. Foi realmente legal ver todos eles. Eu acho que todos gostaram muito de fazer esse filme, o que era muito evidente todos os dias.

A Mollie é britânica, mas tem um sotaque diferente da Claire. Você está ficando boa em sotaques?

Não acho que as pessoas de Birmingham pensariam assim. Foi divertido. Foi muito legal fazer algo diferente. Claro, Ken e Mollie são do subúrbio de Birmingham, portanto não é bem um sotaque de Birmingham. Mas foi legal fazer algo que era um pouco diferente e um pouco mais relaxado do que o sotaque da Claire.

Você está gravando a quinta temporada de Outlander. O que você ainda curte em interpretar a Claire?

A cada temporada que você começa, você não tem certeza de como será a experiência. Só de poder passar esse tempo com uma personagem, você tem uma compreensão e uma apreciação mais profunda por eles temporada após temporada.

O que torna Outlander original para você?

A coisa ótima em Outlander é que por não necessariamente ficarmos em uma época, e por ser uma fantasia épica, você consegue interpretar muita variedade de coisas o tempo todo. Então, parece que ela permanece original para nós, o que é muito incomum como atriz.

Você se casou neste verão – com o produtor musical Anthony McGill – e você conseguiu manter isso em segredo até que Sam Heughan, o seu “marido” de Outlander, postou uma foto. Como você está lidando com a fama? Você ainda consegue sair e viver a sua vida?

Muito. Acho que você cria a vida que quer. Primeiro, temos muita sorte de gravarmos na Escócia e os escoceses realmente não se impressionam com nada. Então eles não incomodam muito ninguém. Mas também acho que faço da minha vida normal muito simples. Tenho os mesmo amigos que eu tinha de bem antes da série.

Coisas ótimas vieram com a série. Todas as oportunidades, todos os benefícios e tudo foi maravilhoso, mas, ao mesmo tempo, além de, digamos, as liberdades e o trabalho extra, nada mudou muito em mim. Talvez seja por causa da idade que eu tinha quando iniciei a série. Mas acho que foi apenas positivo.

Jamie e Claire estão menos em A Cruz de Fogo, pelo menos no livro. Isso aumenta a sua disponibilidade de fazer outros papeis?

Quando estamos em produção, estamos em produção. Não podemos fazer outras coisas. Ocasionalmente, podemos sair por um ou dois dias para fazer divulgação do filme ou o que for. A produção tem sido muito boa ao permitir que Sam e eu fizéssemos essas coisas. Não estamos tanto nela; não estou em todas as cenas como costumava estar. Mas ainda estamos nela bastante, então você não tem a chance de fazer outras coisas durante a produção.

Você tem um papel dos sonhos que quer fazer?

É difícil dizer, porque acho que você não sabe até lê-lo, pelo menos para mim. Eu adoraria fazer algo diferente da Claire e talvez algo contemporâneo ou alguém que seja bastante diferente. Mas não saberei até ler.

O que você mais ama na sua vida?

Se eu analisar esse ano daqui alguns anos, ficarei tipo, “Uau, foi um ano tão bom. Tantas coisas ótimas aconteceram.” Quando você mantém um pouco de equilíbrio, é sempre bom e sinto que este ano foi bem equilibrado. Não é sempre que você está em um lugar feliz com a sua carreira e com a sua vida pessoal ao mesmo tempo.