Quarta temporada de história sobre enfermeira de guerra é exibida no FOX Premium 1 todos os domingos, às 23h*

LOS ANGELES – A estreia de Outlander em 2014 foi um marco, numa época em que a demanda por mais protagonistas femininas na televisão estava começando a pegar fogo. A série baseada nos livros de Diana Gabaldon, sobre Claire (Caitriona Balfe), uma enfermeira de guerra na década de 1940, que inexplicavelmente viaja no tempo para a Escócia do século 18, onde conhece Jamie Fraser (Sam Heughan), tem romance e muito sexo, mas sob o ponto de vista feminino. “Nenhum de nós tinha noção de quanto as mulheres de certa faixa etária estavam famintas por algum tipo de excitação“, disse Balfe, rindo, em entrevista ao Estado, em Los Angeles, sobre a quarta temporada de Outlander, que está disponível no app da FOX e no canal FOX Premium 1, todos os domingos, às 23h.

Mas também é uma discussão interessante porque devo dizer que neste momento em que estamos falando sobre o respeito às mulheres, o tipo de linguagem que devemos usar, vejo mulheres objetificando meu companheiro de elenco aqui“, completou a atriz irlandesa, apontando para Heughan. O ator escocês comentou que as pessoas ficariam chocadas ao saber de situações que aconteceram com ele. “Mas tento levar na esportiva“, afirmou.

Os fãs podem respirar tranquilos porque o que não falta na nova temporada é romance e sexo – além de ação, história, violência e um bocado de política, numa linha Game of Thrones com mais história de amor. Depois de passarem a terceira temporada quase inteira separados, Claire e Jamie estão finalmente juntos, e em novo território: a América, onde a filha dos dois, Brianna (Sophie Skelton), vive, séculos mais tarde – Claire voltou para Jamie depois de 20 anos no futuro ao saber que ele tinha sobrevivido a uma batalha. “É um novo começo. Eles naufragam e vão parar na América, é como um renascimento“, disse Heughan.

A temporada explora a fundação dos Estados Unidos, e o casal encara a jornada como a construção do futuro país de sua filha. “É uma temporada muito esperançosa porque Jamie e Claire finalmente conseguem construir do zero um lar e uma comunidade que representa seus ideais“, afirmou Balfe. Mas, claro, obstáculos surgirão no caminho do casal. “A Guerra da Independência está no horizonte. Os dois sempre tentam lutar contra o tempo e contra a história, e nesta temporada eles vão ter de escolher um lado“, afirmou Heughan.

Também há a exploração de lados mais sombrios da criação do país, como o massacre dos nativos e a escravidão de africanos. Sam Heughan acha que Jamie, apesar de ser um homem daquela época, é progressista. “Há muitos paralelos entre o que aconteceu com os nativos americanos e com os escoceses. São pessoas que foram desalojadas. Ele vai para a América quase como refugiado.” Essa é a combinação que faz com que as mulheres sonhem com o personagem e assediem o ator – Outlander é a segunda série premium mais assistida pelo público feminino nos Estados Unidos e está entre as dez mais assistidas no aplicativo da FOX na América Latina.

Jamie é o homem musculoso, mas também tem muita inteligência emocional“, disse Caitriona Balfe. Mas Claire não fica atrás: é forte e determinada, mas também sensível e vulnerável. “É maravilhoso ter uma personagem assim num momento em que há conscientização e busca da igualdade. O mundo está mudando. É empolgante saber que estamos contribuindo, mesmo que só um pouquinho“, afirmou a atriz.

*A série é exibida às 00h.

Em Outlander, agora em sua quarta temporada, a médica viajante do tempo do século XX, Claire Fraser (Caitriona Balfe), e o marido dela Highlander do século XVIII, Jamie Fraser (Sam Heughan), estão tentando formar um lar na América colonial. Em um mundo à beira da Revolução Americana, ter sucesso na dura e perigosa Carolina do Norte apresenta o seu próprio conjunto de desafios e Claire e Jamie devem aprender a passar pela escravidão, viver ao lado dos nativos americanos e a atual classe dominadora britânica.

No dia de imprensa para discutir a nova temporada, em Los Angeles, o Collider foi convidado para participar de uma pequena entrevista (com alguns outros veículos da imprensa) com os colegas de elenco Caitriona Balfe e Sam Heughan, que falaram sobre os desafios específicos da quarta temporada, passar por um mundo novo e diferente, a casa do Fraser’s Ridge, descobrir quem o Jamie e a Claire são nessa altura do relacionamento deles, como a Brianna (Sophie Skelton) afetará as coisas para eles, a introdução de Stephen Bonnet (Ed Speleers), a falta do kilt e o que poderemos ver nos erros de gravações da quarta temporada. Cuidado, há spoilers.

Há enormes desafios em todas as temporadas desta série, pois é uma abrangência tão épica. Quais foram os desafios específicos desta temporada que vocês não tinham tido que lidar antes?
Caitriona Balfe: Nesta temporada, mais do que em qualquer outra, usamos muita tela azul. Houve muito mais CGI do que antes. É interessante filmar na Escócia, que tem muita chuva e muita água. [Mas] Eles não têm os rios expansivos que você teria na Carolina do Norte. Então, boa parte da jornada pelo rio que fizemos no primeiro episódio foi CGI e isso é uma coisa diferente. A gente nunca teve tanto disso em temporadas anteriores.
Sam Heughan: Além disso, nesta temporada, estamos na América e há muitos problemas lá, politicamente. Os primeiros episódios exploram questões da escravidão ao tratamento dos nativos americanos, coisas com as quais a gente nunca lidou. Vimos a escravidão na temporada passada, mas não lidamos com isso. Apenas vimos. Então, isso é algo diferente na quarta temporada.

E as duas coisas são efetivamente tratadas nesta temporada.
Sam Heughan: Sim. Elas estão lá, nos livros, mas foi difícil para nós mostrarmos. Como atores, também somos pessoas no mundo moderno, então você tem que tentar entender como as pessoas no passado pensariam ou se comportariam. Felizmente, o Jamie tem visão de futuro e não quer fazer parte disso. Ele tem experiência em ser um escravo, ou pelo menos um prisioneiro, então ele é muito humano quando vê as pessoas, como os escravos ou os nativos americanos, que ele enxerga como semelhantes a ele. Há muita compreensão e empatia.

De muitas maneiras, as coisas são um pouco diferentes, pois a América é um lugar muito diferente e estamos vendo a Claire e o Jamie explorarem a domesticidade no Fraser’s Ridge. Como essa nova vida muda os personagens de vocês e a mentalidade deles?
Caitriona Balfe: O que é muito legal nesta temporada é que você pode ver o Jamie e a Claire em um lugar muito tranquilo e resolvido. Mas então, isso também vem com desafios. Sempre tivemos o drama de será-que-vão-ou-não-vão, nas temporadas passadas, mas acho que há um limite para até onde dá para ir com isso, antes de se tornar redundante. Depois da Claire ter desistido de tanto e dos dois estarem separados por 20 anos e aí se reencontrando, você tem que levar esse relacionamento para uma nova fase. Foi interessante, para nós, começarmos a desenvolver esse período mais quieto da vida deles, onde eles estão apenas curtindo esses lances da domesticidade e da vida cotidiana, mas também do que acontece nesse relacionamento mais maduro.
Sam Heughan: Sim, é interessante ver como eles funcionam como um casal. Qual é o habito deles? Como eles interagem, todos os dias, pela casa? A primeira metade da temporada, antes da chegada da Brianna, é uma metade para organizar isso, também. Quando ela chega, o drama da temporada toma uma direção diferente.

Por conta do Jamie e da Claire estarem em um estágio diferente do relacionamento deles e terem uma filha juntos, como a dinâmica deles é diferente das temporadas anteriores e como vocês estão tentando descobrir quem eles são, como um casal mais velho?
Caitriona Balfe: Acho que envelhecemos muito bem. Eu não acho que tive a oportunidade de realmente explorar a Claire investindo no casamento dela, desta maneira. O casamento dela com o Frank estava tão comprometido. Quando o Jamie e a Claire se casaram, nas temporadas anteriores, havia muita movimentação externa, ao tentar mudar o curso da história. Estando envolvidos em todas aquelas batalhas, eles nunca tiveram um momento para se sentarem e aproveitarem o casamento que eles têm. A Claire sempre teve uma forte motivação com visão de futuro, com a carreira dela e todas essas coisas. É um ótimo momento para investir no lado mais interior e carinhoso dela, investir em ser uma esposa, em criar um lar para eles. E, então, quando a Brianna voltar para a história, ser uma mãe, mas para uma filha adulta, o que é uma coisa muito diferente. Acho que eles trabalham muito bem juntos, nesta dinâmica.
Sam Heughan: Sim, o Jamie sempre quis ter uma família extensa ou construir um lar e ele realmente faz isso, fisicamente. Ele realmente se joga nisso. É algo que eles valorizam e desfrutam, conforme eles crescem e se tornam mais maduros.

Sabemos que a Brianna fará uma viagem no tempo nesta temporada e que ela e o Jamie vão finalmente se conhecer. Como a presença da Brianna muda como os seus personagens agem? Obviamente, o Jamie já a ama, mesmo que ele nunca a tenha conhecido, mas ela é tão diferente do que uma jovem mulher da época dele seria. Veremos o Jamie e a Claire discutirem sobre como lidar com ela?
Caitriona Balfe: Um pouco. Acho que a série realmente focou bastante no relacionamento do Jamie com a Brianna e no papel dele como pai, nesta temporada.
Sam Heughan: Isso definitivamente é o mais importante para ele. Ele sempre quis ser pai e ter uma influência nos filhos dele, mas ele nunca teve essa oportunidade antes. Ele não teve uma influência nela e está bastante ciente que o Frank teve, então isso gera algum atrito.

Vocês diriam que o tempo ainda é o maior inimigo do Jamie e da Claire ou há outra coisa que é maior do que isso?
Caitriona Balfe: Essa é uma pergunta muito boa. Eu nunca pensei nisso desse jeito.
Sam Heughan: É sim, já que o tempo está passando. Sabemos que esta batalha está chegando e sabemos que eles terão que escolher um lado. Desde a primeira temporada, tem sido uma corrida contra o tempo.

Com a série tocando no assunto da escravidão nesta temporada e os personagens de vocês sendo de séculos diferentes, eles têm perspectivas destoantes?
Caitriona Balfe: Eu acho que sim. Para a Claire, ela acabou de vir de 1968, que era o auge do movimento pelos direitos civis. Obviamente, ela é uma pessoa muito progressista daquela época. E mesmo se ela não tivesse vindo daquela época, ela sempre tratou todos como iguais. Chegar a River Run e ver a escravidão em primeira mão é muito difícil para ela tolerar, então a reação e a necessidade dela é fugir de lá. Para Jamie, é um pouco diferente, mas a beleza de quem ele é, é que ele é tão emocionalmente inteligente que consegue entender o ponto de vista de Claire rapidamente.
Sam Heughan: Ele, obviamente, é um homem da época dele e está ciente da escravidão, mas ele mesmo já foi encarcerado e não concorda com isso de forma alguma. Ele não deseja isso a ninguém, ele vê todos como semelhantes a ele. Então, rapidamente, ele não quer fazer parte disso, apesar de River Run ser uma ótima oportunidade. Antes de chegarem lá, eles não têm nada, então é um jogo de poder e de manipulação da Jocasta. O Jamie e a Claire realmente não querem fazer parte disso, mas infelizmente se envolvem na situação, o que é bastante trágico.

Caitriona, um dos relacionamentos mais bonitos desta temporada é o que você tem com uma curandeira nativa americana Adawehi. Ver o quanto ela e a Claire têm em comum, mesmo que não possam se comunicar verbalmente entre si é tão comovente. O que você gostou desta dinâmica e pode aprender sobre quem a Claire atraiu nos olhos de outra cultura?
Caitriona Balfe: Sim, essa cena é interpretada fantasticamente por Tantoo Cardinal, uma atriz canadense. Muitas dessas cenas foram deixadas para muito mais tarde na temporada. Originalmente, aquela cena tinha muitas interpretações erradas e elas falhavam em obter o resultado desejado. Tivemos uma grande conversa, eu e Toni Graphia, e eu disse, “Acho que seria lindo se elas se entendessem mais do que se não se entendessem.” Eu realmente amei aquela cena. Foi tão linda. Apenas aquele momento de como duas pessoas se conectam e têm visões muito semelhantes da vida, você nem sempre precisa a língua para poder se entender. Essa foi uma cena muito legal e muito bonita. E, depois, há a tragédia do que acontece, o que também é bastante desolador. Mas amei trabalhar com ela. Foi ótimo.

Esta temporada marca a introdução de Stephen Bonnet, que será comparado a Jack Randall. Como vocês diriam que eles são diferentes?
Caitriona Balfe: Com o Jack, havia uma perversão lá. Ele era um psicopata total. Havia também a linhagem com o Frank e um quadrilátero entre os quatro personagens. O Bonnet é mais manipulador. Ele faz coisas incrivelmente horríveis, mas acho que ele é muito mais um oportunista, enquanto o Jack era um sádico. O que impulsiona o Bonnet é a ganância, o que é muito diferente.
Sam Heughan: Ele é outra versão de um psicopata ou sociopata.
Caitriona Balfe: Mas o Ed [Speleers] é incrível. Ele é muito intenso no set e aquela cena de luta no barco é realmente horrível. Nós dois estávamos no momento e acho que isso define o papel dele para o resto da temporada e das coisas que ele vai fazer. Os telespectadores saberão que devem ficar desconfiados com ele, sempre que ele aparecer de novo.
Sam Heughan: Ele afeta toda a família Fraser. Ele tem relações com todos eles e se torna um vilão verdadeiro. Mas o Ed é incrível.
Caitriona Balfe: Ele ficou no sotaque irlandês o tempo todo, até mesmo quando estava fazendo a divulgação.
Sam Heughan: Ele parou, porque teve um mês de folga, e estava na cadeira de maquiagem e usou o sotaque normal dele, algumas das maquiadoras ficaram, “Quem é esse cara?”.

Sam, você sente falta do kilt?
Sam Heughan: Sim, sinto. Foi decidido que o Jamie não usará o kilt na América, nesta temporada. No entanto, outros caras usam. Talvez vejamos o retorno dele. Estávamos o guardando para uma grande ocasião e uma grande revelação. Os roteiros mudaram e então a gente não pode fazer isso, mas vocês o verão em breve. Seria ótimo ter o Jamie de volta em seu amado guarda-roupa.
Caitriona Balfe: Mas, veja bem, tenho certeza que ele ficou feliz de não usá-lo neste inverno.
Sam Heughan: Sim. É mais fácil esconder roupa de baixo de lã agora do que é com o kilt, mas é parte de quem ele é. Ele tem o coração de um escocês. A parte boa desses colonos é que eles trazem a cultura deles para a América e também assimilam outras, então é uma mistura não só da Escócia, mas da nova América e, talvez, dos nativos americanos e mais quem quer que seja.

A gente consegue ter uma boa noção de qual é a ideia do Jamie e da Claire do sonho americano, no final do início da temporada. Como vocês diriam que isso muda, quando chegarmos ao final da temporada?
Caitriona Balfe: Acho que eles começam a realizá-lo, na verdade, em muitos aspectos.
Sam Heughan: O Jamie começa sendo muito livre. Ele vê a terra da oportunidade e de grande liberdade e o coração dele está aberto a tudo isso. No final, ele está reprimido novamente, muito pela política da época e pelo o que está acontecendo. Não dá para escapar da história. Ela está sempre prendendo ele. No final, estão todos em um dilema.

Vocês falaram muito sobre os desafios que o Jamie e a Claire têm que enfrentar e lutar, nesta temporada. Há momentos leves que vocês podem compartilhar? Eles têm momentos de felicidade?
Sam Heughan: Acho que há grande alegria para eles, ao construir essa nova casa neste novo assentamento. Ao longo de toda a temporada, vocês o verão crescer de alguns galhos no meio da floresta para, na verdade, um lar.
Caitriona Balfe: Digamos que o Jamie é um carpinteiro incrível, só com algumas ferramentas manuais. É incrível o que ele foi capaz de fazer.
Sam Heughan: Até o final da temporada, o Jamie se torna um colono e é incrível ver isso crescer.
Caitriona Balfe: O jardim da Claire é incrível. Na verdade, é o jardim mais deslumbrante. É incrível, porque a gente aparece para trabalhar em um dia e, de repente, há três tipos diferentes de jardins e cercados para todos os diferentes animais. Foi muito divertido, como atores, trabalhar nesse estúdio. Dá a sensação de uma pequena propriedade de verdade.
Sam Heughan: E eles estão felizes lá. A Claire está feliz no jardim dela e o Jamie está feliz em prover e construir essa base.

Se chegarmos a ver os erros de gravações desta temporada, qual seria a coisa mais engraçada que veríamos? Houve uma cena que simplesmente não foi como vocês esperavam?
Sam Heughan: Oh, cara.
Caitriona Balfe: Eu não sei. Acho que haverá muitas com o cachorro.
Sam Heughan: Há muitas com o cachorro.
Caitriona Balfe: Vocês me verão olhando feio para o cachorro. E eu sempre xingo muito. Acho que o cachorro, nesta temporada, foi um elemento totalmente novo. Tivemos animais na série antes e tivemos cachorros, mas eles nunca foram um personagem [como o Rollo]. Este cachorro, em particular, responde a brinquedos barulhentos, então você está tentando fazer as cenas e, de algum lugar atrás da porta, alguém aperta um brinquedo e tudo o que você ouve é squeak, squeak. Isso tira a tensão, às vezes.
Sam Heughan: Na verdade, há muitos animais nesta temporada e eles têm personagens.
Caitriona Balfe: Há a mula e a porca branca.
Sam Heughan: Eles fazem parte dessa família. É essa família de desajustados.
Caitriona Balfe: No livro, a porca branca vive na casa com eles. Ela está muito dentro de casa. Graças a Deus, os roteiristas não iam fazer isso. Eu sempre temo os erros de gravações, pois…
Sam Heughan: Parecemos idiotas, o que somos, de qualquer jeito.
Caitriona Balfe: É.

O episódio desta semana de Outlander, “Do No Harm“, é a hora mais angustiante da série desde o final da primeira temporada, com o episódio “Wentworth Prison“. Após Claire, Jamie e o jovem Ian chegarem sem nenhum tostão em River Run, a fazenda da Carolina do Norte de propriedade da tia do Jamie, Jocasta (Maria Doyle-Kennedy), ela se revela uma verdadeira e manipuladora MacKenzie ao declarar publicamente que Jamie é o novo herdeiro de River Run, antes de discutir isso com ele. Claire repreende a ideia imediatamente, ela não vai ser dona de pessoas como se fossem propriedades, mas Jamie quer pelo menos explorar a possibilidade de trabalhar para libertar os 152 escravos de River Run e pagar salário àqueles homens e mulheres.

O episódio toma um rumo terrível, quando Jamie e Claire encontram um escravo chamado Rufus (Jerome Holder) pendurado em um gancho pela barriga. Após receber uma chicotada, Rufus tirou sangue do seu supervisor branco, um “crime” pelo qual ele seria executado. Claire insistiu em salvar Rufus e, por fim, fez uma cirurgia na mesa da sala de jantar de Jocasta, antes de transferi-lo para a cama dela e do Jamie para ele se recuperar. Mas os donos das fazendas vizinhas exigiram “justiça” mesmo assim: se Jamie não entregasse Rufus até a meia-noite para a multidão na porta de Jocasta, eles ameaçaram punir os outros escravos e queimar River Run.

Sem ver outra opção, Jamie sugere que Claire ajude Rufus como ajudou Colum, com um suicídio assistido: “Se o seu juramento é não fazer o mal, não é melhor salvar a alma dele do que deixar que aqueles homens a arranque do seu corpo?” Claire dá a Rufus uma xícara de chá fatal, segura a mão dele e pede que ele conte a ela sobre a irmã que ele sonhava em rever. Uma vez que Rufus deu seu último suspiro, Jamie fez uma prece para ele e, então, leva o corpo dele para fora, onde a multidão branca o arrasta até uma árvore e o enforca.

Antes do episódio de domingo, Caitriona Balfe conversou com a Vulture sobre gravar essas cenas angustiantes, por que a visita à River Run aproxima os Frasers e a única coisa que ela mudaria na casa que veremos o casal construir no interior.

Qual foi o momento mais desafiador de gravar “Do No Harm“?

Houve algumas coisas que foram bastante difíceis. Primeiro de tudo, apenas de estar em uma colônia e ter os nossos atores e extras nessa posição, interpretando escravos, é uma coisa horrível até de assistir e fazer parte como faz de conta, pois, infelizmente, é tudo muito real na história. Quando a Claire e o Jamie dão o chá a Rufus, isso foi muito difícil. Houve muita conversa sobre essas cenas, se deveriam ser feitas desse jeito ou daquele.

Quais foram as conversas em torno dessa cena do chá, especificamente?

Parte do que é tão difícil em interpretar a Claire é como ela, muita vezes, é tão racional, mas neste episódio ela deixa as emoções a solta e ditar. E o fato de que ao tentar ajudar esse garoto, ela coloca os escravos companheiros e trabalhadores em risco. É ver a Claire ser tão levada pelas suas emoções que ela não consegue pensar com clareza. Aquelas cenas com o Rufus… para a Claire, não era só tentar dar a ele um tipo de paz e, de alguma forma, dar uma forma de escapar do que seria, em última instância, o destino dele com a multidão. Estávamos nos perguntando se era ou não a coisa certa a fazer, alguém tomando essa decisão em suas mãos. Mesmo que a Claire seja uma médica, é melhor dar essa saída pacífica para ele? Todos lutamos quando temos cenas assim, procurando pela maneira certa de fazê-la.

Como você se fortalece para esses momentos em que você sabe que a personagem tem que ficar lá e testemunhar o destino de Rufus? Ou que a Claire deve se manter firme, enquanto diz a Rufus que ele verá a irmã de novo?

Pelo visual dela ser tão horrível, definitivamente foi muito visceral, se sentir horrorizada, enojada e emocional é uma resposta bastante natural, então você usa todas essas coisas. E o Jerome [Holder] foi tão incrível. Quando um ator chega na série, traz consigo uma atuação tão incrível e vocês conseguem ser parceiros de verdade nessas cenas, isso realmente te ajuda a passar por ela.

Vimos o jovem Ian ajudar a Claire durante a cirurgia de Rufus. Sem contar muito, não é a última vez que o veremos ajudá-la. O que você gosta nesse relacionamento nesta temporada?

Desenvolvemos esse relacionamento em que, por um lado, eles se dão muito bem, mas por outro, ele é como uma vela na maior parte do tempo. A gente zoa o John Bell um pouco e isso se espelha no jovem Ian, o que é muito divertido. Mas o John Bell é maravilhoso, dá para ver que ele adora cada segundo de estar no set, então é uma verdadeira alegria tê-lo por perto.

Além de basear a série no Sul colonial, esse episódio obviamente mostra por que a Claire e o Jamie não seguirão o “caminho fácil” de herdar a colônia e fazê-la a casa deles. Como a experiência em River Run afeta o relacionamento deles?

Em primeiro lugar, isso dá evidência da vontade de Jamie de agir fora da caixa do que se espera de um homem do tempo dele. Acho que isso apenas aprofunda o respeito e o amor da Claire por ele: ela pode apelar para a inteligência emocional dele e explicar por que isso é tão errado e ele pode ver além da cor, da tradição e das expectativas da sociedade daquele momento. Era tão importante para os dois – mas especialmente para o Jamie, se ele não for voltar para a Escócia – que eles criassem uma vida que eles pudessem realmente levar. Eles passaram por tanto horror e por tanta dor. Apesar de ter sido uma escolha arriscada e não foi a mais fácil, esta oportunidade de começar uma comunidade do zero, da maneira que eles querem viver, torna o vínculo deles muito mais forte.

No episódio da próxima semana, a Claire e o Jamie partem a procura de sua própria terra, o Fraser’s Ridge. Os vídeos mostram eles olhando para as montanhas, se abraçando, enquanto o chalé deles está sendo construído. Mesmo havendo muita incerteza pela frente, a Claire parece estar calma e confiante esta temporada. A sua abordagem para interpreta-la mudou com o Novo Mundo?

É uma continuação do trabalho que eu estava tentando fazer na temporada passada, encontrar essa maturidade dentro dela e essa confiança que vem com a idade. Claire teve a oportunidade de investir no papel dela como mãe. Ela teve a oportunidade de investir no papel dela como uma profissional e uma médica. E aqui, finalmente, de uma forma feliz e realizada, ela tem a chance de investir no papel dela de esposa e de dona de casa. Na última temporada, senti, especialmente na primeira metade, que eu estava interpretando uma mulher que estava muito comprometida, ela teve que desistir de uma parte dela. Enquanto que, nessa temporada, sinto que ela é uma pessoa muito contente e satisfeita por completo.

Olhando para o futuro, há muitas semelhanças entre os Highlanders e os nativos americanos, o que explica por que o Jamie se identifica com os Cherokees que compartilham a fronteira com o Fraser’s Ridge. Como é com a Claire?

A Claire é alguém que vê as pessoas pelas pessoas e isso é algo que eu amo nela. Ela é uma mulher solidária e empática. Ela não julga as pessoas e não se acha superior a ninguém só por ser branca ou o que for. Ela não sente que ninguém é superior a ela, também. Obviamente, ainda estamos interpretando pessoas que estão se assentando em terras que, no final das contas, pertencem a outro povo, então, mesmo que eles tenham essa ligação com os Cherokees e vejam as semelhanças com os Highlanders, eles ainda ficaram nessa terra, então é estranho em muitos aspectos. Mas eu adoro que rapidamente eles formam um vínculo com os seus vizinhos Cherokees e há um respeito mútuo ali. Acho que isso remete ao Jamie e à Claire construir a comunidade deles como eles querem do zero, que é uma com respeito e igualdade.

Qual é a sua parte preferida do Fraser’s Ridge? Você pediu que alguma coisa fosse colocada no chalé em nome da Claire?

Bem, eu perguntei por que diabos o Jamie não construiu um quarto separado, mas isso foi ignorado. Ficamos tipo, “O quê? Você construiu esse chalé enorme, mas não tem quarto? O quê?” [risos] Claro, para a Claire, o cantinho dela com todos os seus frascos e o baú de remédios é tão incrível. Fiquei muito impressionada com o departamento de arte e como todos esses pequenos detalhes são tão específicos para essa personagem. Sempre nos divertimos muitos por alguns dias, ao entrar no set, vasculhar e ver exatamente o que há lá. Mas sabe, quando estávamos do lado de fora, tínhamos esse treinador de animais fantástico que possuía cabras e porcos e tudo isso. Eu venho do campo. Tínhamos uma pequena fazenda quando eu era pequena e foi muito legal estar cercada por isso. Me levou de volta a ser bem pequena.

Alerta de spoiler: Não leia se você ainda não assistiu “Do No Harm“, o segundo episódio da quarta temporada de Outlander.

No segundo episódio da quarta temporada de Outlander, os roteiristas da série receberam a tarefa de condensar o período de Jamie (Sam Heughan) e Claire (Caitriona Balfe) em River Run em um episódio de uma hora de duração. Obviamente, eles encurtaram a permanência de três meses mostrada no livro Tambores do Outono, mas também pegaram um incidente relativamente pequeno com um escravo chamado Rufus (Jerome Holder) que agrediu um homem branco na madeireira e o transformou no ponto focal para estabelecer o local de Jocasta (Maria Doyle-Kennedy) no mundo e por que o Jamie e a Claire não podiam ocupar esse mesmo espaço.

Na série, Claire tentou salvar a vida de Rufus, após as figuras brancas e masculinas da autoridade o amarraram com um gancho de carne. Ela foi bem sucedida momentaneamente, podendo leva-lo de volta para a casa e tratar alguns de seus ferimentos, mas, por fim, percebeu que ela não poderia realmente salvar Rufus, não nesta época e neste lugar. Tudo o que ela podia fazer era fornecer algum conforto a ele através de uma morte tranquila, antes de entregar o corpo dele sem vida para a multidão enfurecida que se reuniu do lado de fora da casa de Jocasta.

Acho que ela estava tentando fazer o melhor que podia em uma situação realmente horrível e, ao salvar o Rufus por impulso e o trazer para a casa, ela, na verdade, causou um problema maior,” Balfe diz à Variety. “Então, quando confrontada com essa multidão, ela acabou ficando com uma decisão horrível a tomar, você dá esse jovem garoto para a multidão para que eles possam fazer o que quiserem com o corpo dele ou você tenta dar a ele algum tipo de fim digno?

Balfe admite que esses tipos de cenas são “sempre muito difíceis,” mas ela sente que a equipe de produção fez o melhor para lidar com um assunto tão delicado com muito cuidado.

Houve muitas discussões. Nem sempre concordamos em como ela deveria ter sido gravada, mas acho que conseguimos chegar a um ponto em que todos achavam que ela foi feita de maneira respeitosa,” ela diz.

Ela também reconhece que uma situação como esta pode ser difícil de ser retratada na televisão, pois, de certa forma, está sendo filtrada pela lente do “salvador branco”. Claire estava tão determinada a “não causa dano” que ela “agiu de forma imprudente, por causa disso,” Balfe diz. Mas ela ficou feliz em ver Rufus conseguir um pouco de função na história, também.

Ele pode contar a história dele. Contamos muitas histórias da perspectiva dele, o que eu acho muito importante, dar voz a esses personagens,” Balfe nota.

Para contar a história com precisão, o produtor executivo Matthew B. Roberts diz que a equipe de produção “consultou vários historiadores e relatos históricos.” Mas, o fato da Claire e dos telespectadores passarem por esses eventos com a perspectiva de mais  de 200 anos no futuro, as “violentas atrocidades e a própria instituição da escravidão são ainda mais difíceis de aceitar.

“No fundo, a Claire é uma cirurgiã e uma mãe e o primeiro instinto natural dela é sempre ajudar qualquer pessoa necessitada e, para isso, ela sente a responsabilidade de salvar aqueles que pode, diante da realidade dessa chocante prática,” Roberts explica.

Roberts também diz que eles deram “voltas e voltas” na sala dos roteiristas sobre quanto tempo eles deixariam o Jamie e a Claire em River Run, decidindo, por fim, que eles precisavam fazer uma visita curta, mas “muito pessoal”, para que pudessem levar a história a diante.

A decisão é, ‘Podemos viver aqui, podemos fazer deste lugar o nosso lar com isso ao nosso redor? Com a escravidão à nossa volta?’” Roberts diz. “E a Claire define o jogo logo de cara, ‘eu nunca poderia ser dona de outra pessoa’. E o Jamie está com ela nisso.

Já que isso era tão claro e definitivo, Roberts não achou que eles precisavam passar mais tempo em River Run. Em vez disso, ele queria continuar adiante para mostra-los começar a construção da casa deles no Fraser’s Ridge.

Tentamos mostrar [a permanência deles] em três meses, mas não daria certo para nós na narrativa para a TV. Então, decidimos que a tornaríamos o mais pessoal possível para eles, deixaríamos isso muito claro e, basicamente, sairíamos daqui,” ele diz.

Confira a sinopse, a promo e um sneak peek legendados e as fotos do terceiro episódio da quarta temporada de Outlander que será exibido em 18 de novembro pela Starz (EUA) e 19 de novembro pela Fox Premium 1 (Brasil, às 00h de Brasília).

The False Bride” – Jamie e Claire procuram por um lugar para chamar de lar. Enquanto isso, no século XX, o relacionamento de Brianna e Roger esquenta.

Outlander estrela Caitriona Balfe como Claire Fraser, Sam Heughan como Jamie Fraser, Sophie Skelton como Brianna Randall Fraser, Richard Rankin como Roger Wakefield, John Bell como Ian Murray, César Domboy como Fergus e Lauren Lyle como Marsali.

Participação especial de Maria Doyle-Kennedy como Jocasta Cameron, Colin McFarlane como Ulysses, Lee Boardman como tenente Wolff, Cameron Jack como supervisor Byrnes, Natalie Simpson como Phaedre e Kyle Rees como John Quincy Myers.

Baseada nos livros de Diana Gabaldon, o episódio foi escrito por Jennifer Yale e dirigido por Ben Bolt.


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PERTHSHIRE, Escócia – Por três temporada, a série de época de sucesso da Starz, Outlander, trouxe aos telespectadores americanos uma visão da Escócia varrida pelo vento do século XVIII. A quarta temporada muda as coisas: os viajantes chegaram à América do século XVIII.

Estamos vendo a América em sua infância,” diz Sam Heughan, que interpreta o Highlander Jamie Fraser, “e as pessoas que se estabeleceram ali. Especialmente nesta época, com tudo o que está acontecendo, é fascinante ver de onde a América surgiu.

Eles são imigrantes,” diz Heughan. “Eles estão vivendo no juízo deles. Por fim, eles encontram uma área pela qual o Jamie e a Claire realmente se apaixonam e querem formar um lar, o ‘Fraser Ridge’. Mas, claro, já existem pessoas lá – muito no início, eles conhecem os habitantes locais. São os Cherokee.

Heughan, gravando em um local em Faskally Wood, aponta para uma série de cabanas de madeira cilíndricas, próximas a um lago. Outlander trouxe a América de 1770 para a Escócia, construindo uma vila Cherokee e um assentamento Mohawk nas margens do reservatório do Lago Faskally.

O roteirista chefe e produtor executivo Matthew Roberts diz que transformar Perthshire na Carolina do Norte não foi tanto esforço quanto se parece.

Eu fui até a Carolina do Norte, aluguei um carro e atravessei o estado para conhecer o terreno em primeira mão. Tendo passado um tempo nas montanhas Blue Ridge, eu sabia que poderíamos replicar isso aqui.

Roberts também se reuniu com uma tribo Cherokee, em Cherokee, Carolina do Norte. “O consenso geral é que eles foram retratados na tela de um jeito muito único. Na verdade, de duas maneiras: ou eles eram curandeiros ou caras malvados com uma machadinha. Queríamos dar a eles tantas dimensões quanto qualquer outro personagem.

Isso não seria possível sem os atores corretos, mas as agências da Escócia não possuem muitos nativos americanos. Então, Outlander trouxe mais de 100 atores nativos americanos para a as gravações de seis semanas.

A gente não queira falsificá-los,” Robert diz. “Eu não acho que a gente se quer hesitou.

Os detalhes eram importantes, também. Outlander é um sucesso global, mas a sua audiência principal americana prestará muita atenção para ver como a série retrata o início da história dos Estados Unidos.

Eles vão pra cima,” diz o fazedor de armas Jim Elliot, segurando um mosquete Cherokee que foi pintado de um vermelho escuro.

Os telespectadores falarão, ‘Que diabos é isso?’ quando virem algo como esse mosquete, mas eu vi um como este no museu Cherokee e fomos instruídos que eles pintavam com de vermelho ocre os mosquetes que eles negociavam, para deixá-los mais bonitos. A gente só queria acertar: os assessores nos disseram, ‘não os façam cavalgar segurando uma machadinha acima da cabeça, gritando como uma banshee. Isso é coisa do John Wayne, eles não fazíamos isso.

O desejo de autenticidade é estendido até para a vegetação. Nas árvores próximas ao lago, uma equipe de jardinagem pendura musgo espanhol nos galhos.

À beira do lago, Caitriona Balfe, em uma leve blusa de linho, está gravando uma cena calma em que Claire colhe ervas e plantas com Adawehi, uma Cherokee interpretada por Tantoo Cardinal. Elas criam um laço como mães e mulheres, trocando histórias e remédios.

A Claire está muito diferente nesta temporada,” Balfe diz. “A temporada anterior foi uma aventura, sendo jogada a novos lugares, mas, claro, tratava-se de voltar e encontrar o Jamie no século XVIII. Nesta temporada é quase como se ela estivesse respirando fundo. A América é onde ela passou 20 anos – no futuro! – então ela está ligada a esse país. Ela está gostando de ser mãe e esposa e está começando a sentir que a América deveria ser a casa deles.

A Claire também sabe como a história americana se desenrola, para o bem ou para o mal. Do futuro, ela “viu o que aconteceu com a escravidão e a servidão escrava e isso a enoja,” Balfe diz. “Nossos roteiristas disseram que não tentam fazer desta uma série política, mas apenas contando essa história, isso é uma declaração. Muitas pessoas gostam de se esquecer do passado e da história. Às vezes, é bom poder dar as pessoas um lembrete.

Na noite de ontem (07), Caitriona Balfe foi uma das convidadas do jantar oferecido por Michael Kors, em Los Angeles.

O evento que homenageava a atriz Kate Hudson por se tornar embaixadora da boa vontade do Programa Mundial de Alimentos (World Food Programme) da ONU contou também com a presença de Olivia Munn, Glen Powell, Sofia Vergara, Rachel Bilson, entre outros. A atração musical ficou a cargo de Gladys Knight.

Michael Kors doou 200 pratos de comida para o Programa Mundia de Alimentos em nome de cada um dos convidados.

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O universo de Outlander  foi abençoado com a chegada de um novo personagem muito, muito importante na estreia da quarta temporada, no domingo à noite, e com certeza não estou falando do canalha do Stephen Bonnet. Estou falando, claro, de Rollo, o garoto muito bom.

Rollo será conhecido dos fãs dos livros de Diana Gabaldon: após ser ganhado pelo Jovem Ian em um jogo de dados, ele se torna rapidamente uma parte integrante da nova vida do clã dos Frasers na Carolina do Norte, sendo tanto cão de guarda quanto caçador/percador assistente. E dado como o episódio de estreia termina brutalmente, sinalizando que nem tudo será calmaria para Jamie e Claire no Novo Mundo, ele também será uma fonte muito necessária de apoio moral fofo. Então, naturalmente, quando Caitriona Balfe se sentou com a Elle.com para discutir a nova temporada, não perdi a chance de perguntar a ela sobre trabalhar com o Rollo.

Eles trouxeram dois filhotes, dois irmãos, mas apenas usamos um,” Balfe revelou. “O nome dele é Dui e ele é um cachorro muito adorável e fofo. Provavelmente, sou a pessoa que fica frustrada [trabalhando com ele], pois há muitos brinquedos barulhentos envolvidos, muitos gritinhos o chamando. Eu não sei se ele é muito bem treinado, só vou dizer isso!

Descrito nos livros como uma mistura de Lébrel Irlandês e lobo, Rollo se transformou um pouquinho no processo de adaptação e é interpretado por uma adorável dupla de filhotes de Inuit do Norte. “Acho que [originalmente] eles queriam algo um pouco bravo, mas ele é a coisa mais fofa. Ele não machuca uma mosca, ele nem se quer late.

O produtor executivo Matthew B. Roberts explicou em uma entrevista ao PopSugar que a raça de Rollo foi mudada exatamente por esse motivo. “[Inuits do Norte] são muito discretos, muito mansos. Eles gostam de pessoas… [o cachorro que escolhemos] é muito adorável, ele gostou de todos e lambia todo mundo o tempo todo.

Todos saúdem o Dui, o novo favorito da TV, puro e sem problemas.