Aviso: contém spoilers para o final da quinta temporada de Outlander.

Nesta temporada, vimos inúmeras histórias convincentes: Jocasta se casando, a morte de nosso amado Murtagh, Roger quase perdendo a vida e o vilão pirata Stephen Bonnet finalmente teve o que mereceu. Mas enquanto Outlander continua sendo uma série com história viciante, isso não significa que é fácil de assistir. “Eu continuo dizendo que só porque há uma bala no Bonnet, não significa que o problema desapareceu,” observa Sophie Skelton, que interpreta Brianna MacKenzie, sobre o antagonista da quinta temporada dos Frasers. E talvez não tenha havido um episódio mais desafiador do que o final da temporada, que foi ao ar na noite de domingo. “[O episódio final] é brutal,” diz Sophie Skelton. “Me sinto mal por deixar as pessoas isoladas com esse final.

Num momento próximo ao final da temporada, vemos muito sofrimento e tristeza. Jamie está no leito de morte com febre alta – embora ele seja literalmente puxado de volta à vida pelo toque curativo de Claire. Pouco tempo depois, o vizinho dos Frasers, Lionel Brown, descobre que a Claire está distribuindo informações médicas, como prevenir gravidez, sob o pseudônimo de Dr. Rawlings. Claire então passa por um destino extraordinariamente cruel nas mãos de um grupo de homens maus, principalmente por ser uma mulher autônoma que opera em um mundo onde as mulheres não são vistas muito além do que propriedade e a ciência não é confiável. É uma provação angustiante que certamente fará com que muitos espectadores desviem o olhar – e talvez reacenda velhas perguntas sobre o uso da violência sexual na série como ponto na história.

Caitriona Balfe, que interpreta Claire, reconhece que há muita violência sexual em Outlander e observa, também, que sua recorrência na série é baseada em quão prevalente isso provavelmente era no século XIX. “Isso é algo que temos que considerar como uma série. A violência sexual, quando usada como arma, ainda é incrivelmente prevalecente atualmente. Uma das coisas mais tristes sobre esse lockdown é que você está ouvindo sobre esses altos índices de violência e abuso sexual,” ela diz. “Uma em cada quatro mulheres provavelmente passará por algum tipo de agressão sexual ao longo da vida e isso é uma estatística insana. Eu acho que é uma pena que isso faça parte da nossa história. Mas também acho que tentamos adicionar algo positivo a essa conversa o máximo que pudermos. Sinto que, com o que lidamos na primeira temporada, mostrando um estupro masculino, que raramente é discutido ou mostrado, isso foi uma maneira corajosa e ousada de lidar com isso. Tentamos muito não empoderar os estupradores.

Enquanto a provação de Claire é difícil de assistir, os telespectadores sabem que, em nossa época, homens ignorantes continuam a responder às mulheres no poder de maneiras perigosas – basta ver os manifestantes anti-lockdown armados que entraram no Capitólio, nesta semana, após o estrito mandato de ficar-em-casa da governadora Gretchen Whitmer. “Acho que o egoísmo e a ignorância às vezes andam de mãos dadas e você vê isso com os Browns e com pessoas que não querem pensar além de suas próprias experiências,” diz Balfe. “Lionel Brown é todo sobre o que o afeta a qualquer momento de sua vida e o Dr. Rawlings ameaçou seus confortos muito egoístas. Acho que qualquer pessoa que esteja lá fora protestando com armas do exército contra algo que é para a saúde pública também não pode pensar além de suas próprias necessidades egoístas e isso é uma pena.

A série lida com a violência de uma maneira surpreendente. “Corremos um grande risco com o final da quinta temporada,” diz Balfe. “Esse nem sempre é o tipo de cenário que você gosta. Tentamos seguir as histórias do livro da maneira mais básica possível. E quando eles começaram a falar sobre levar isso a diante, falamos sobre essa ideia de não ficar com a Claire durante o estupro e sim ir para outro lugar – um estado desassociativo. Pensei: essa é uma maneira interessante e levemente educacional de poder abordar isso e fazer algo que tenha um ponto de vista que seja empoderador e respeitoso. Eu amo essa ideia de que a Claire é dita como uma personagem feminina forte. Mas quando as pessoas passam por coisas assim, não há uma ‘maneira forte’ de superar isso. Existem muitas maneiras diferentes sobre como as pessoas respondem. Gostei da ideia de mostrarmos a Claire… não sendo típica. É uma coisa muito difícil de passar. A resposta dela foi inesperada e achei que a maneira que abordamos isso foi empoderadora para a personagem.

Após este trauma, pode-se perguntar por que Claire não retorna ao seu tempo para se recuperar o máximo possível desta atrocidade. “Para Claire, este é o lar dela agora,” diz Balfe. “E eu acho que para todos, não importa o que aconteça na sua vida, há uma pequena parte de você que sabe que o lar é segurança. E mesmo que as pessoas tentem tirar isso de você, você lentamente tentará reconstruir isso, porque essa é a única coisa que nos dá mantém um pouco com os pés no chão e vai levar algum tempo, mas ela tem sua família por perto e isso será a chave para sua recuperação.

Sophie Skelton acha que o final da temporada, embora assustadoramente emocional, reflete as realidades de processar circunstâncias horríveis – que pode não ser linear ou previsível. “A Claire lida com isso de uma maneira muito diferente da Brianna,” ela diz, se referindo ao ataque de sua personagem na quarta temporada. “Claire fala sobre isso, enquanto Brianna ficou em silêncio por um tempo. Claire quer dizer a si mesma que ela será super resiliente e ficará bem, e então ela tem um colapso.

No entanto, o episódio também é um lembrete poderoso sobre a vulnerabilidade e permitir que as pessoas ajudem em tempos difíceis: “Espero que as pessoas tenham em mente que você está vendo esses personagens com defeitos; você está vendo eles entrarem em colapso e está vendo eles não conseguindo lidar com as coisas. Eu acho que, especialmente durante esse período, quando há muita incerteza no momento com essa pandemia e as pessoas estão sozinhas em casa ou passando por problemas financeiros, isso mostra que não há problema em não estar bem e, se você quiser conversar com as pessoas, as pessoas estarão lá. Penso especialmente naquela frase em que Brianna diz a Claire: ‘Você tem minha mão e meu ouvido, se precisar.’ Acho que é um momento tão amoroso e é tão verdadeiro – apenas saber que as pessoas estão lá para você, sem que você precise falar muito… Espero que as pessoas tirem um pouco de força disso.

A atriz e produtora executiva esmiúça os momentos mais pesados do episódio e o que ela espera da próxima temporada de Outlander

Aviso: Este artigo inclui discussões sobre abuso sexual. Aconselha-se a discrição do leitor.

Claire Fraser não está alheia a brutalidade. A primeira vez que vemos nossa heroína de Outlander, interpretada por Caitriona Balfe, na tela, ela está calmamente cuidando da perna terrivelmente mutilada de um soldado, seu rosto está coberto de sangue arterial e sua vida se tornou um pouco menos penosa após o término da Segunda Guerra Mundial. Desde que voltou no tempo para a Escócia do século XVIII, Claire passou por todo tipo de traumas – morte, aborto espontâneo, violência física e emocional nas mãos de inúmeros vilões – e saiu mais resistente do que nunca. Mas o final da quinta temporada centra no que pode ser a provação mais horrível de Claire até agora, após seu sequestro, feito por Lionel Brown e seus homens no clímax do episódio anterior. Os momentos de abertura desorientadores do episódio “Never My Love” mostra Claire em uma paisagem idílica, mas surreal, dos anos 1960, sugerindo imediatamente que este não será um episódio comum de Outlander. Logo fica claro que esta é a tentativa desesperada do cérebro dela de lidar com traumas indescritíveis quando ela é amordaçada, espancada e estuprada por vários homens.

Outlander sempre foi fascinado com a dinâmica do sexo e do poder e, por extensão, com as maneiras pelas quais a agressão sexual é usada como arma. Desde quando Jamie Fraser (Sam Heughan) foi estuprado por Black Jack Randall no final da primeira temporada, a série atraiu elogios por seu retrato incomum da violência sexual e seu impacto psicológico duradouro. Mais recentemente, porém, principalmente após o estupro de Brianna Randall Fraser (Sophie Skelton) na última temporada, também houve críticas ao que alguns consideram uma dependência excessiva do estupro como fonte de conflito e drama; algo que está nos romances de Diana Gabaldon, na qual a série se baseia. Embora Claire seja prontamente resgatada no meio do final da temporada, este episódio continuará uma conversa longa e, às vezes, cheia de discussões sobre o papel da violência sexual em Outlander.

É uma linha muito difícil que precisamos seguir,” Balfe  disse por telefone na semana passada. “Obviamente, tentamos manter o máximo de fidelidade possível aos livros, e [estupro] é algo que aparece com bastante frequência nas histórias de Diana. Quando se tem oito ou nove livros publicados no espaço de 20 anos, provavelmente não parece que exista muito, mas quando você está comprimindo tudo isso para a TV, isso se torna bastante difícil. Só podemos tentar fazê-lo da maneira mais respeitosa e, suponho, com o maior empoderamento possível.

Tanto para Caitriona Balfe quanto para os roteiristas do episódio, Matthew B. Roberts e Toni Graphia, o sequestro de Claire, retirado do sexto livro de Gabaldon, Um Sopro de Neve e Cinzas, em vez do livro cinco, como na maior parte da temporada, foi algo sensível de abordar. Eles consideraram fazer todo o incidente acontecer fora da tela, mostrando apenas as consequências, mas Balfe recusou essa opção.

Eu senti que se vamos fazer essa história, temos que fazê-la ter um proposito,” ela explica ela, “e fazê-la dizer algo sobre a experiência que talvez possa adicionar algo positivo ao assunto.” A cena teve que permanecer fundamentada na experiência de Claire, sem mostrar detalhes gratuitos ou dar muita ênfase aos agressores. Sendo Outlander, talvez não seja surpresa que a solução seja viajar no tempo.

Para Balfe, a sequência de cenas deu certo quando Roberts sugeriu a ideia de alternar imagens do futuro de uma realidade imaginária e impossível dos anos 1960, na qual Claire, Jamie e toda a sua família se reúnem para o jantar de Ação de Graças em uma casa de campo pitoresca e distintamente moderna. Enquanto Claire entra e sai da consciência, durante sua provação, ela se refugia nessa sequência dissociativa de sonhos, onde as coisas parecem bucólicas, mas desconfortáveis.

Passamos por alguns rascunhos [de roteiro], tentando chegar ao lugar certo“, lembra Balfe, que foi produtora executiva pela primeira vez na quinta temporada e apreciou seu papel expandido no processo. “Queríamos ter certeza de que estava muito claro que esse é um estado dissociativo e é um mecanismo que Claire usa e que não se tornou: ‘Oh, olha que legal é ter todo mundo nos anos 60!’” É fácil entender essa preocupação – os fãs sabem há muito tempo que Jamie não tem a capacidade de viajar no tempo, o que torna a oportunidade de vê-lo na linha do tempo dos anos 1960 irresistivelmente tentadora. “No início, quando os roteiristas tiveram essa ideia, eles se perderam um pouco na emoção dessa noção, e definitivamente tivemos que recuar bastante”.

Por exemplo, Balfe diz que Claire, originalmente, tinha muito mais diálogo durante a sequência imaginária, que foi retirada e aprimorada para garantir que ela acompanhasse a realidade do que estava acontecendo com ela. “Eu senti que era muito importante que a única vez que a ouvíssemos falar fosse dizer ‘não’, porque era o que ela estaria dizendo na realidade ou chamando por Jamie. Essas são as únicas duas vezes em que você ouve Claire dizer alguma coisa, durante todo esse estado de imaginação desassociada. Ela nunca participa da conversa.” Longe de ser o momento para agradar os fãs que ele poderia ter sido, a sequência de cenas do jantar foi projetada para manter Claire um grau distante, de modo que “sempre sabemos que a razão pela qual estamos lá é que algo realmente terrível está acontecendo com Claire e ela construiu esse lugar como um local seguro para sua mente.

A frágil sensação de paz dentro da sequência de cenas finalmente desmorona com a chegada de dois policiais uniformizados que dizem a Claire que sua filha Bree, o genro Roger e o filhos deles foram mortos em um acidente de carro. É um momento chocante que confunde a ansiedade real de Claire sobre o destino do casal – que, até onde ela sabe, acabou de viajar de volta, através das pedras, para o futuro – com a morte de seu primeiro marido, Frank, em um acidente de carro por volta de 1966. “É interessante que ela confunda essas duas ideias de Brianna e Frank“, reflete Balfe, observando que a época tem um significado adicional para Claire. “Houve um período depois que Frank morreu, e antes que ela voltasse ao passado para encontrar Jamie, quando Claire era a sua própria mulher. Ela estava no controle de sua própria vida e de seu próprio destino como mulher trabalhadora moderna e, neste momento de impotência, é por isso que ela foi a esse lugar.”

Apesar dos tremores de trégua oferecidos pela sequência dos sonhos, os 20 minutos de tela que Claire passa em cativeiro são quase insuportáveis de assistir, repletos de close em seu rosto aterrorizado. “A nossa equipe não poderia ser mais protetora comigo,” diz Balfe com carinho, sobre filmar essas cenas, “e Ned Dennehy, que interpreta Lionel, é simplesmente um amor e é muito respeitoso. Essas cenas são difíceis, mas você precisa apenas ir até lá com a personagem até certo ponto e tentar honrar essa experiência horrível pela qual ela está passando.”

O ataque assume uma dimensão ainda mais feia, depois que Lionel revela que ele sabe que Claire é, na verdade, o misterioso Dr. Rawlings, que em suas palavras tem “espalhado ideias perigosas, dizendo às mulheres como enganar seus maridos, como negar a eles seus direitos concedidos por Deus.” Na realidade, o que Claire fez em seu boletim do Dr Rawlings foi aconselhar sobre contracepção, para que mulheres, como a esposa de Lionel, pudessem tomar decisões para evitar engravidar de seus cônjuges abusivos.

Como todas as conversas que ocorrem em nossa nova realidade pandêmica, meu telefonema com Balfe começou com alguns minutos de conversa desorientada sobre o lockdown, cada um de nós isolado em nossas respectivas casas. E, quando nos voltamos para discutir a maneira como a agressão sexual de Claire é enquadrada como uma ferramenta violenta do patriarcado, Balfe aponta a ressonância oportuna da história à luz de uma estatística preocupante que emergiu do confinamento. “Os casos de violência doméstica e sexual contra mulheres dispararam. É fácil colocar essas coisas na TV e falar sobre isso em termos de dispositivos da história e assim por diante, mas ainda não estamos tendo as conversas adequadas sobre por quê isso ainda é tão prevalente.”

Outro aspecto da série que ganhou nova ressonância é o papel de Claire como médica, em um momento em que os profissionais de saúde são legitimamente aclamados como heróis. “Você realmente vê que é um dom que as pessoas têm,” diz Balfe, lembrando de um segmento recente da BBC que ela viu que mostrava pessoas que se recuperaram do coronavírus. “Um deles era um jovem médico e, no instante em que melhorou, ele estava voltando para ajudar novamente. Foi extraordinário de assistir.” É fácil imaginar Claire agindo com a mesma firmeza diante de uma pandemia (vocês se lembram de quando ela salvou Paris de um surto de varíola na segunda temporada?) “É mais do que uma carreira, é uma paixão e um dom e estou muito feliz que conseguimos vê-la cumprir esse lado dela ainda mais este ano. Eu senti falta disso na última temporada.”

O orgulho e a gratidão de Balfe são palpáveis, ​​enquanto ela fala sobre a série e seus fãs dedicados. Mas um lado sombrio da experiência de Outlander veio à tona mês passado, quando Sam Heughan falou sobre o “abuso” que ele sofreu de agressores na internet que o submeteram a insultos, perseguições e ameaças de morte. Pergunto a Balfe se ela passou por tratamento semelhante, embora ambas saibamos que a pergunta é quase retórica. “Sim, muito,” ela confirma, antes de enfatizar que as vozes negativas são um subconjunto muito pequeno do que é basicamente um adorável grupo de fãs. “O que é estranho para mim é o desejo de seguir algo com tanto fervor, dedicar tanto tempo a isso, mas odiar as pessoas envolvidas. Eu simplesmente não entendo. E como alguém que sofreu bullying quando criança, não é algo que eu pensei que teria que enfrentar novamente nos meus 30 anos.”

Em cinco temporadas, diz Balfe, tanto ela quanto Heughan aprenderam amplamente a navegar por esse aspecto do grupo de fãs, mas há momentos – principalmente nos últimos tempos – que pareceu mais difícil administrá-los. “Tento ignorar o máximo que posso, mas entendo por quê Sam falou. As pessoas podem dizer o que quiserem de mim, eu realmente não me importo, mas quando as pessoas vão atrás das pessoas com quem estamos – quando vão atrás do meu marido ou de quem [Sam] está namorando – é quando as coisas são realmente dolorosas. Você percebe que, por causa da carreira que escolheu, outras pessoas em sua vida estão se machucando e elas não escolheram nada disso. É aí que ultrapassa o limite.

As gravações da sexta temporada de Outlander deveriam começar esta semana, mas agora estão no limbo, juntamente com inúmeras outras produções. No entanto, Balfe tem uma noção de onde as coisas irão e espera que este capítulo sombrio para Claire estabeleça as bases para um rico arco de recuperação. Dada a própria história de Jamie, ela também espera que Outlander possa contar uma história que parece relativamente sem precedentes na televisão: a experiência de um marido e uma esposa que sobreviveram à violência sexual. “Não sei se você pode considerar isso uma sorte, mas o que será útil para ela é que Jamie entende e teve sua própria experiência com isso. Eles poderão compartilhá-la de alguma forma. Temos a oportunidade de ver isso de uma maneira muito única, por isso espero que possamos fazer algo ótimo com isso.” E apesar da Claire ter uma feição frágil e corajosa durante grande parte do final, Balfe diz inequivocadamente que seu trauma será explorado ao longo de muitos episódios futuros.

Claire é uma personagem que é muito chamada de ‘uma mulher forte’ e acho que, às vezes, isso pode ser uma armadilha,” ela sugere. “Esse tipo de coisa pode acontecer com qualquer pessoa e parece importante mostrar que a força não está na capacidade de superar algo, ou na capacidade de abrir caminho em todas as situações. Acho que a Claire precisa sentir que isso não a destruirá, mas você não passa por algo assim sem que isso te mude profundamente.

Se você ou alguém que você conhece foi afetado por abuso sexual e precisa de ajuda, acesse mapadoacolhimento.org, eles possuem profissionais habilitados a ajudar quem precisa de ajuda em momentos como esse.

Confira a sinopse e a promo do último episódio da quinta temporada de Outlander que será exibido em 10 de maio pela Starz (EUA) e 11 de maio pela Fox Premium 1 (Brasil, às 00h de Brasília).

“Never My Love” – Claire luta para sobreviver o tratamento brutal de seus sequestradores. Jamie fará de tudo para resgatá-la.

Outlander estrela Caitriona Balfe como Claire Fraser, Sam Heughan como Jamie Fraser, Sophie Skelton como Brianna Randall Fraser, Richard Rankin como Roger Wakefield, César Domboy como Fergus, Lauren Lyle como Marsali.

Episódio escrito por Toni Graphia e Matthew B. Roberts e baseado no livro da escritora, A Cruz de Fogo.

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As gravações da sexta temporada seriam iniciadas em abril, porém, devido à pandemia de Coronavírus, elas foram adiadas, sem data para retorno. Caitriona Balfe informou em seu Twitter que já leu os primeiros roteiros da sexta temporada de Outlander.

Como parte do Desafio 2.6 em prol da World Child Cancer, Caitriona Balfe decidiu fazer mais uma sessão de perguntas e respostas, pa interagir com os fãs durante este período de quarentena.

#DesafioDoisPontoSeis Corrida finalizada. Agachamentos feitos. Polichinelos feitos. Rosca simultânea finalizada. Desenhos quase finalizados. Que tal 26 perguntas e respostas???? #AskCait

Gabi: Como você aprendeu a desenhar?
Caitriona Balfe: Primeira pergunta!!! Como vocês verão dos resultados, mais tarde, faz muito tempo desde a última vez que desenhei. Eu fiz aula de arte no ensino médio, mas não desenhei desde então. Esta foi uma curva de aprendizado acentuada e acho que mirei alto demais (26 é muito), mas foi divertido e por uma boa causa.

Kasey: Qual é a sua tarefa doméstica preferida e a menos preferida?
Caitriona Balfe2. Menos preferida tem que ser lavar o chão… ou lavar roupa..? Preferida (mas ainda não sou fã), passar aspirador. 

Ale: Você já pensou em começar a escrever durante este período de quarentena?
Caitriona Balfe3. Sim… Estou fazendo um pouco disso, [mas] estou achando difícil se inspirar em alguns dias…

Connie: Você já se cansou de cozinhar?
Caitriona Balfe4. Estou mais cansada de cozinhar do que estou de comer!!!! Assarei alguma coisa mais tarde!!!

Connie: O quanto você e Sophie se divertiram naquela praia? As baleias foram computação gráfica?
Caitriona Balfe5. Com certeza eram baleias de computação gráfica… E foi muito divertido, mas muito frio!!!

Sue: Qual dos desafios você mais gostou?
Caitriona Balfe: 6. Desenhar foi o mais divertido, se eu não tivesse que fazer tantos… aghhhhhhhhhhhhhh

Jessica: Qual é a sua música preferida do momento?
Caitriona Balfe7. The Real God Colony

Jess: Os seus entes queridos estão bem durante tudo isso?
Caitriona Balfe: 8. Sim, todos estão bem. Obrigada! Espero que os seus também estejam.

Ffion: Alguma dança louca por causa do tédio?
Caitriona Balfe: 9. Sempre há dança louca!!!

Angelina: Qual é o seu ditado ou citação preferida? A minha é “Viva os seus sonhos, não sonhe a sua vida”, tenho isso tatuado!
Caitriona Balfe: 10. Nas palavras de Elizabeth Taylor, “Sirva uma bebida, passe um batom e se recomponha” (Me pego dizendo isso muito para mim mesma!!)

Elena: Você pensou em aprender mais da lingua de sinais britânica?
Caitriona Balfe12. Eu estava assistindo muitos vídeos ontem e hoje e adoraria aprender mais.

Caitriona Balfe: 13. Postarei 26 das minhas múúúúúsicas para correr!!!

Liron-Inbal: De todos os lugares em que você morou, qual foi o seu preferido e por quê?
Caitriona Balfe: 14. Cada um foi muito especial em diferentes momentos da minha vida… Eles são como meus filhos… Eu os amo igualmente por diferente motivos!!!

Andrea: Há algo que você planeja fazer assim que a quarentena acabar? Quero ir visitar os meus pais.
Caitriona Balfe15. Estou sonhando em nadar no mar.

Morry: Olá! Do Flag of Japan
Caitriona Balfe: 16. Olá!!!! Konnichi wa 👋🏼👋🏼👋🏼

Lis: Quão destruídos estaremos depois do final da temporada? 😩😩
Caitriona Balfe: 17. Sinto que ela termina com sentimento de esperança, então, espero que mão muito destruídos.

Fernanda: O quão adorável/desafiador foi gravar com tantas crianças esta temporada? As suas fotos de bastidores com o Jemmy são tão fofas! #AskCait
Caitriona Balfe18. Eles eram adoráveis, mas não vou mentir, é desafiador!!!

Mags: Qual é a sua fruta preferida?
Caitriona Balfe19. Mirtilos….

V: Você jogou jogos de tabuleiro nesta quarentena para passar o tempo? Se sim, qual?
Caitriona Balfe19. Words With Friends conta???

Lynn: Coisa preferida que você cozinhou ou assou durante esta quarentena? Receita?
Caitriona Balfe20. Fiz um frango com chipotle muito bom. Foi algo inventado, então não há receita. Mas estava delicioso!

Ju: Alguma dica para o meu tédio?
Caitriona Balfe: 22. Ative essa imaginação!

Reyes: Como você se sente após fazer todos os seus desafios? Estou tão orgulhosa de você. ❤️
Caitriona Balfe23. No momento, estou cansada após a minha corrida!!!

Chelle: Como você gosta do seu café?
Caitriona Balfe: 24. Apenas preto. Forte e quente!

Jess: Quando você disse na sua Live do Instagram, na sexta-feira, que você comeu bolo no café da manhã, que tipo de bolo foi? Estava bom?
Caitriona Balfe25. (Acho) Foi o bolo de cenoura que fiz… e estava delicioso… e é por isso que eu o comi no café da manhã… e jantar!!! 

Brigid: Como está a Eddie?
Caitriona Balfe26. Ela está bem, mas tem se sentido negligenciada nas últimas noites… aqui foi quando ela deixou claro que ela estava cansada de me ver desenhando e precisava de atenção!

No último dia 26 de abril, Caitriona Balfe participou do Desafio 2.6 para ajudar as instituições de caridades do Reino Unido neste momento de pandemia. No momento, muitos eventos de arrecadação de fundos para as instituições do Reino Unido foram cancelados ou adiados, fazendo com que muitos desses serviços passem por dificuldades.

Assim, o intuito foi cumprir algum desafio, de preferência temático relacionado com os números 2 e 6, e realizar uma doação de qualquer quantia para uma instituição do Reino Unido da escolha do participante. Caitriona Balfe escolheu a instituição que trata de crianças com câncer no mundo todo, a World Child Cancer. A atriz publicou em seu Instagram oficial um vídeo anunciando a sua participação e solicitando o apoio dos fãs.

Me preparando para o Desafio 2.6 em 26 de abril! Até agora, vou: 1. correr 2.6 milhas, 2. fazer 26 agachamentos, 3. fazer 26 polichinelos, 4. subir montanha 26 vezes, 5. desenhar 26 personagens de ‘Outlander‘, 6. assar 26 muffins/cookiess (metade de cada), 7. dizer ‘olá’ em 26 línguas. Continuem a enviar sugestões para o resto das coisas e, por favor, se puderem gastar algo, me apoiem. Eu e todos na World Child Cancer realmente apreciamos. X

Além de correr 2.6 milhas (4,18 km), em 26 de abril, data da maratona de Londres, a estrela de Outlander ofereceu a oportunidade dos fãs escolherem 12 tarefas que ela realizaria 26 vezes, entre elas: 26 agachamentos, 26 subidas na montanha, 26 polichinelos, 26 roscas simultâneas (exercícios de braço), assar 26 muffins/cookies, dizer “olá” 26 vezes, desenhar 26 personagens de Outlander e responder 26 perguntas de fãs no Twitter.

UG

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No total, até agora foram arrecadados £36,444 mil (cerca de R$250 mil reais) com mais de 1080 doações do mundo todo. É possível doar até amanhã, 3 de maio.

Confira o vídeo de agradecimento de Caitriona Balfe a todos que doaram.

Em meados de março, dias após o cancelamento do painel de Outlander no Paleyfest, Caitriona Balfe pegava um voo de volta à Glasgow, onde mora, para iniciar a sua quarentena. Enquanto ela aguardava o embarque, a atriz decidiu passar o tempo conversando com seus fãs no Twitter. Confira o bate-papo traduzido a seguir.

Caitriona Balfe: Está bem, tenho alguns minutos antes de voar… Quem tem perguntas? Ou apenas uma boa conversa? #askCait

Trish: Dos episódios que vimos na quinta temporada até agora, qual foi a sua cena preferida? #AskCait
Caitriona Balfe: Jamie e Claire bêbados andando ao luar #AskCait

Stephanie: Você já se envolveu com os roteiristas ou esteve na sala deles para a sexta temporada? #AskCait
Caitriona Balfe: Não.

Haley: Como você acha que a Claire, como médica, reagiria a situação que estamos vivendo agora?
Caitriona Balfe: Acho que ela estaria dizendo a todos que eles deveriam lavar as mãos. Ficar em casa e ouvir os especialistas. E então, ela estaria na linha de frente ajudando quem quer que estivesse doente!! #AskCait

Mary: Qual é a sua parte preferida de interpretar na personalidade da Claire? #askCait
Caitriona Balfe: A ferocidade dela!! #AskCait

Julie: Estou triste que não poderei te ver no Paleyfest! Espero que eles remarquem Green heart
Caitriona BalfeMelhor prevenir do que remediar.. mas sim, é decepcionante… Espero que possamos remarcar. #AskCait

Polley: Estou adorando a quinta temporada, vocês têm intenção de produzir episódios na sexta?
Caitriona Balfe: O plano é continuar como produtores. A não ser que sejamos demitidos..!!!! #AskCait

Bianca: Qual é a sua cena preferida desta temporada que você não está?? #askCait
Caitriona Balfe: @TheKyleRees caindo de bêbado!

Loni: Em qual episódio desta temporada estão suas cenas preferidas do Jamie e da Claire? Smiling face with heart-shaped eyes Revolving hearts
Caitriona Balfe: 9 #AskCait

 

Confira as fotos, a sinopse e os vídeos do penúltimo episódio da quinta temporada de Outlander que será exibido em 03 de maio pela Starz (EUA) e 04 de maio pela Fox Premium 1 (Brasil, às 00h de Brasília).

“Journeycake” – Roger e Brianna precisam decidir se eles querem ficar ou retornar para o futuro; enquanto isso, Jamie descobre um novo poder que começou com uma inquietação no interior.

Outlander estrela Caitriona Balfe como Claire Fraser, Sam Heughan como Jamie Fraser, Sophie Skelton como Brianna Randall Fraser, Richard Rankin como Roger Wakefield, César Domboy como Fergus, Lauren Lyle como Marsali.

Episódio escrito por Diana Gabaldon e baseado no livro da escritora, A Cruz de Fogo.

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Confira as fotos, a sinopse e os vídeos do décimo episódio da quinta temporada de Outlander que será exibido em 26 de abril pela Starz (EUA) e 27 de abril pela Fox Premium 1 (Brasil, às 00h de Brasília).

“Mercy Shall Follow Me” – Jamie e Roger implementam o plano deles de eliminar a ameaça que paira sobre eles, mas algo dá errado; Brianna é forçada a confrontar o maior medo dela e lutar pela vida dela e de seu filho.

Outlander estrela Caitriona Balfe como Claire Fraser, Sam Heughan como Jamie Fraser, Sophie Skelton como Brianna Randall Fraser, Richard Rankin como Roger Wakefield, César Domboy como Fergus, Lauren Lyle como Marsali. Participação especial de Ed Speleers como Stephen Bonnet e Chris Donald como Phillip Wylie.

Baseada no livro de Diana Gabaldon, A Cruz de Fogo.

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