Na noite de ontem (07), Caitriona Balfe foi uma das convidadas do jantar oferecido por Michael Kors, em Los Angeles.

O evento que homenageava a atriz Kate Hudson por se tornar embaixadora da boa vontade do Programa Mundial de Alimentos (World Food Programme) da ONU contou também com a presença de Olivia Munn, Glen Powell, Sofia Vergara, Rachel Bilson, entre outros. A atração musical ficou a cargo de Gladys Knight.

Michael Kors doou 200 pratos de comida para o Programa Mundia de Alimentos em nome de cada um dos convidados.

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O universo de Outlander  foi abençoado com a chegada de um novo personagem muito, muito importante na estreia da quarta temporada, no domingo à noite, e com certeza não estou falando do canalha do Stephen Bonnet. Estou falando, claro, de Rollo, o garoto muito bom.

Rollo será conhecido dos fãs dos livros de Diana Gabaldon: após ser ganhado pelo Jovem Ian em um jogo de dados, ele se torna rapidamente uma parte integrante da nova vida do clã dos Frasers na Carolina do Norte, sendo tanto cão de guarda quanto caçador/percador assistente. E dado como o episódio de estreia termina brutalmente, sinalizando que nem tudo será calmaria para Jamie e Claire no Novo Mundo, ele também será uma fonte muito necessária de apoio moral fofo. Então, naturalmente, quando Caitriona Balfe se sentou com a Elle.com para discutir a nova temporada, não perdi a chance de perguntar a ela sobre trabalhar com o Rollo.

Eles trouxeram dois filhotes, dois irmãos, mas apenas usamos um,” Balfe revelou. “O nome dele é Dui e ele é um cachorro muito adorável e fofo. Provavelmente, sou a pessoa que fica frustrada [trabalhando com ele], pois há muitos brinquedos barulhentos envolvidos, muitos gritinhos o chamando. Eu não sei se ele é muito bem treinado, só vou dizer isso!

Descrito nos livros como uma mistura de Lébrel Irlandês e lobo, Rollo se transformou um pouquinho no processo de adaptação e é interpretado por uma adorável dupla de filhotes de Inuit do Norte. “Acho que [originalmente] eles queriam algo um pouco bravo, mas ele é a coisa mais fofa. Ele não machuca uma mosca, ele nem se quer late.

O produtor executivo Matthew B. Roberts explicou em uma entrevista ao PopSugar que a raça de Rollo foi mudada exatamente por esse motivo. “[Inuits do Norte] são muito discretos, muito mansos. Eles gostam de pessoas… [o cachorro que escolhemos] é muito adorável, ele gostou de todos e lambia todo mundo o tempo todo.

Todos saúdem o Dui, o novo favorito da TV, puro e sem problemas.

Confira a sinopse, a promo legendada e as fotos do segundo episódio da quarta temporada de Outlander que será exibido em 11 de de novembro pela Starz (EUA) e Fox Premium 1 (Brasil, às 23h de Brasília).

Do No Harm” – Claire e Jamie visitam a sua tia Jocasta Cameron, na fazenda dela, River Run. Quando a tragédia atinge a plantação, Jamie e Claire se encontram entre o que é o certo e a lei da terra, enfrentando uma decisão impossível.

Outlander estrela Caitriona Balfe como Claire Fraser, Sam Heughan como Jamie Fraser, Sophie Skelton como Brianna Randall Fraser, Richard Rankin como Roger Wakefield, John Bell como Ian Murray, César Domboy como Fergus e Lauren Lyle como Marsali.

Participação especial de Maria Doyle Kennedy como Jocasta Cameron, Colin McFarlane como Ulysses, Lee Boardman como tenente Wolff, Cameron Jack como supervisor Byrnes, Scott Grant como capitão Freeman, Leon Herbert como Eutroclus, Natalie Simpson como Phaedre, Kyle Rees como John Quincy Myers e Jerome Holder como Rufus.

Baseada nos livros de Diana Gabaldon, o episódio foi escrito por Karen Campbell e dirigido por Julian Holmes.

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A quarta temporada de Outlander estreou oficialmente no canal Starz, com – Outlander sendo Outlander – uma farra noturna e tanto na floresta da América para os novos colonos Claire (Caitriona Balfe) e Jamie (Sam Heughan). Mas, por mais divertido que essa e as outras cenas não seguras para o ambiente de trabalho sejam de assistir, há muito a ser seriamente considerado sobre como elas são filmadas.

Desde o primeiro dia, sempre definimos este caminho para nós de que se fizéssemos cenas de sexo, elas teriam que contar algo sobre o relacionamento, [e] tinham que dizer algo sobre onde esses dois personagens estão,” Balfe diz à Popsugar. Ela explica que isso é obviamente “muito fácil to mostrar em uma enredo quando vocês são um novo casal se apaixonando,” mas “fica mais difícil conforme as temporadas avançam, pois você está constantemente tentando encontrar maneiras interessantes de mostrar algo.

Ela acrescenta que, especialmente porque Outlander é uma série com uma grande base de fãs mulheres, que tem uma forte protagonista mulher e é baseada numa série de livros escrito por uma mulher, essas cenas não deveriam ser gravadas “do típico olhar masculino que estamos tão acostumados a ver sempre na TV.”

Heughan levantou outra questão sobre essas cenas: elas também têm que fazer um pouco de sentido. A cena na floresta da estreia da quarta temporada, por exemplo, é quente. Mas não pode ser muito elaborada, pois deixaria a Claire e o Jamie vulneráveis a intrusos. Ele diz que às vezes, “está frio ou é de noite e sempre ficamos, ‘Não podemos fazer uma cena aqui sem as nossas roupas, porque estaria congelando.’ Há tantos perigos, especialmente [na América colonial].

Sem querer estragar a diversão, mas Heughan está apenas sendo pragmático quando diz que “a verdade verdadeiro é que ela provavelmente não seria tão sexy assim. Seria uma trapalhada de baixo dos cobertores.” Dito isso, Balfe está particularmente satisfeita com uma encontro amoroso que acontece mais tarde nessa temporada e é mostrada brevemente nos créditos de abertura, algo que ela descreve como uma “cena na banheira que achei muito bonita e romântica.”

Não é bem uma cena de sexo; é mais uma cena romântica,” ela diz. “Acho que isso, para mim pelo menos, pode ser mais erótico e mais emocionante do que, provavelmente, algumas das cenas de sexo mais explícitas.

A seca de Outlander finalmente acabou! Na noite passada, a quarta temporada de Outlander estreou na Starz (e na Fox Premium), trazendo o Jamie e a Claire (e todos nós) para a Carolina do Norte, onde conhecemos um novo vilão, presenciamos uma morte chocante (ou duas) e recebemos o presente de uma cena de amor de Outlander. Mas antes da estreia do episódio, a Marie Claire conversou com Caitriona Balfe e Sam Heughan durante um dia de entrevistas em Los Angeles. Sam estava apenas dando um tutorial do Instagram Stories à Caitriona entre as entrevistas (“Estamos bem, só estou ensinando a Caitriona sobre o Instagram stories,” Sam disse. “Porque eu sou completa avessa às inovações tecnológicas e não faço ideia [como funciona],” Caitriona explicou.) antes de eu chamá-los para discutir a nova temporada, a agenda louca deles e o planejamento do casamento.

Esta temporada parece ser sobre o lar e a família. O Jamie e a Claire estão construindo o primeiro lar verdadeiro deles juntos. O que essa ideia de lar significa para cada um dos personagens?
Caitriona Balfe:
Bem, para a Claire, acho que quando a vemos com o Jamie no início da temporada, eles estão nessa situação precária em que eles chegaram à América, praticamente não têm um centavo, a primeira ideia de Jamie, acho, é tentar encontrar uma passagem de volta para a Escócia. Mas para a Claire, a América está muito no sangue dela, ela passou 20 anos morando lá, ela criou a filha lá. Para ela, há uma verdadeira atração a esta terra. Então, ela tem esse desejo, imagino, e no início ele está um pouco escondido, mas esse desejo de ficar e tornar a América o lar dela.

Sam Heughan: É, o Jamie obviamente está procurando construir essa nova casa para as pessoas, pois ele vê a oportunidade na América, mas também está ciente das armadinhas que existem lá. Eles estão lidando com essa terra e há muitos perigos e muita política também. Mas, para ele, é uma boa oportunidade e uma oportunidade de ter um olhar atento ao que a América está prestes a se tornar. E, na verdade, na vida da Brianna e no futuro.

Qual é a definição de lar para vocês? O que o lar significa para vocês?
CB: 
Ai Deus, nossa. Acho que eu sou uma antiga cigana, sabe, acho que nós dois finalmente compramos casas aqui, mas eu provavelmente passo menos tempo nela do que nos hotéis. Então, para mim, particularmente, lar tem que ser sobre as pessoas, pois acho que mudo de lugar com tanta frequência. Mas tenho muita sorte de ter um grupo de amigos incrível e alguém muito importante na minha vida, então acho que isso é o que lar é para mim.

SH: É. E no momento, estou passando seis meses longe de casa, mas na verdade, não, essa é outra maneira que percebi que a Escócia se tornou meu lar. Então eu realmente gosto de voltar lá e acho que é, provavelmente, por eu ter sossegado e comprado uma casa onde eu posso desfazer as malas. Então é ótimo. É ótimo ter um lugar para voltar e tenho sorte de também trabalharmos lá.

Muito da série, como vocês diziam, é sobre a família e, na quarta temporada, vocês tem essa mistura incrível de filhos biológicos e filhos adotivos. A sensação de família é tão autentica. De onde vocês tiram a inspiração para isso?
CB: 
Eu venho de uma família muito grande, então sempre houve centenas de crianças por todo lugar. Acho que é uma coisa legal poder explorar esse lado maternal. Não acho que necessariamente você tem que ter filhos para entender instintos maternais ou paternos e tem sido muito legal explorar esse lado dos nossos personagens nesta temporada.

SH: Acho que essa deve ser a primeira figura paterna que eu já interpretei e, particularmente, é algo que eu pensei no início, “Meu Deus, eu não sei nada sobre isso,” mas eu não sei mesmo, é estranho, tipo, mesmo mais pro final da temporada, interpretar o pai de alguém que está crescido e mais velho, Sophia [Skelton, que interpreta a Brianna], foi uma experiência muito interessante. Você sabe o que significa ser pai e acho que essas são as perguntas que o Jamie se faz bastante nessa temporada também.

Certo e eu tenho certeza que vocês conhecem o elenco há tanto tempo, vocês devem se sentir como uma família, se unindo temporada após temporada.
SH:
Sim, somos como o casal de velhos casados.

CB: Somos a vovó e o vovô da gravação.

SH: Quero dizer, agora é bem legal, mas somos uma grande família e isso é importante, pois temos uma programação longa de gravação e em condições difíceis, então isso faz você se aproximar de todos e temos muita sorte, pois temos uma ótima equipe e elenco e acho que aquele tipo de familiaridade e humor diário. Sem esse tipo de coisa, não seríamos capazes de passar por isso.

Algo que todos amam desde o início da série é a paixão entre esses dois personagens. Nesta temporada ainda há muito disso, mas parece mais calmo, um pouco mais suave. Isso é intencional? O que isso significa para o relacionamento deles?
CB: 
Bem, acho que o que tem sido muito interessante em poder interpretar esses personagens nesta temporada é que podemos explorar a dinâmica do que é um relacionamento maduro. Sabe, ninguém vive com aquela paixão de se apaixonar pela primeira vez. Mas há algo mais profundo e muito mais sólido no relacionamento deles nesta temporada e até mesmo com esses momentos tranquilos de domesticidade e de ver o Jamie e a Claire criarem este lar e construir esta casa. Há muito valor nesses pequenos momentos, tanto quanto em algumas das cenas de amor mais épicas. E sabe, acho que agora é provavelmente o mais contente e o mais sossegado que vimos esse casal.

Nesta temporada, os personagens são apresentados aos nativos americanos e aos escravos. O Jamie para ter uma perspectiva moderna e sensibilidade em relação às pessoas que eles conhecem.
SH: 
Ele certamente é um homem do tempo dele e está ciente das complexidades de mudar a forma como as pessoas agem naquela época. Ele não está confortável com a escravidão e certamente vê os paralelos e entende a situação que os nativos americanos estão, com certeza. Acho que a Claire rapidamente o muda, explica para ele e prova que existem outras maneiras de fazer as coisas. E isso sempre foi o tipo de chave no relacionamento deles, ela mostrar a ele outro lado, outro jeito de fazer as coisas e ele é muito rápido em concordar com isso, certamente. Então, ele sabe que isso causará problema e certamente causa, mas ele é muito avançado, acho que é provavelmente por isso que eles se dão bem.

E a Claire, qual é a perspectiva dela? Especialmente vindo do futuro?
CB: 
Bem, acho que a Claire veio de 1968, que é o auge do movimento pelos direitos civis. Acho que ela é uma pessoa extremamente liberal, uma pessoa avançada, que vê todas as pessoas como iguais. Então, para ela, retornar a esta época, é realmente muito chocante. Acho que ela sabia o que esperar nesse sentido, ver a escravidão em primeira mão, ver o deslocamento dos nativos americanos, mas acho que só de estar lá e, de certa forma, ser cúmplice disso é algo realmente perturbador para ela e é por isso que ela não pode ficar em River Run.

Mas em termos de como o relacionamento deles se desenvolve com os vizinhos Cherokee, sabe, é uma faca de dois gumes. De um lado, eles formam esse grande vínculo, especialmente a Adawahee e a Claire, elas se tornam bastante próximas, mas, ainda assim, eles estão se estabelecendo em terras que são, necessariamente, terras Cherokee. Então, sim, é uma narrativa difícil, mas é uma narrativa da gênese da América como a conhecemos hoje.

Isso. É interessante, pois menciona muitos eventos atuais e o que está acontecendo nos EUA no momento.
CB: Bem, é, infelizmente essas questões ainda entram em jogo nos dias de hoje.

A série tem muitos fãs dedicados, o que significa que vocês dois foram submetidos a muita critica deles ao longo dos anos, do que vocês vestem a como o seu cabelo está, como isso faz vocês se sentirem?
SH: 
Não, os fãs são muito apaixonados e certamente se há uma propriedade com esses personagens, mas é porque eles são um conjunto de livros e as pessoas os leem e criam esses personagens na mente deles. Sabe, estamos retratando um lado disso ou a nossa interpretação disso, acho que existem muitas versões diferentes. Mas sempre tivemos sorte de os fãs realmente nos aceitarem e, no geral, estarem genuinamente entusiasmados e gostarem do que fazemos e, na verdade, é bem legal para mim. Quando fazemos algo errado, também, eles não se seguram.

CB: Sim, tipo, há tanto bem no fandom. Acho que você pode estar se referindo a um pequeno número de pessoas que gostam de reclamar das coisas, mas isso acontece em todos os fandoms e acho que você não pode ter o bom, sem também ter o mau e acho que nós dois nos sentimos muito sortudos. Quero dizer, a paixão que esses fãs têm e a generosidade deles continua a nos surpreender. E sabe, sem a paixão e sem o envolvimento intenso deles na série, não teríamos empregos. Então, acho que somos incrivelmente gratos.

Algum de vocês recebe mais críticas do que o outro?
CB: Sim.

Qual dos dois?
CB: 
Tipo, alguém não faz nada de errado, mas eu não acho que seja eu.

SH: Acho que alguns fãs veem o Jamie como uma espécie de personagem idealista e sabe, a Claire… eles todos são a Claire, acho, ou querem ser, não sei, mas…

CB: Acho que se eles pudessem derrubar a Claire e se tornarem ela…

SH: Acho que há momentos em que todos nós queremos derrubar a Claire.

CB: Espera, espera, o que você quer dizer?

Vocês dois estão gravando filmes durante esse intervalo e fazendo tanta divulgação para essa temporada, vocês devem estar exaustos. E deve ser estressante… Como vocês lidam com isso?
SH:
Temos muita sorte, sabe, a série nos deu muitas oportunidades para fazer outras coisas e, na verdade, esse intervalo de Outlander nos permitiu fazer outras coisas. E acho que é muito importante para nós, estamos fazendo a série há 5 anos e pensando em fazer mais algumas temporadas, o que estamos muito animados, mas poder fazer outras coisas mantém tudo original para todos nós e permite que você alongue os músculos e continue a trabalhar o seu ofício. E acho que isso só beneficia a série também. Então tem sido bom, sabe, e obviamente teremos que dormir…

CB: Como a minha mãe costumava dizer, “Você pode dormir quando morrer.” Naquele jeito irlandês realmente otimista.

E Caitriona, você vai se casar em breve, está certo?
CB:
Bem, assim que eu planejar, sim.

SH: Eu também ofereci os meus serviços para organizar o casamento dela, mas ela ainda está pensando nisso.

CB: Sabe, Sam, casar em um bar parece ótimo, mas eu acho que os meus pais devem esperar algo um pouco mais sofisticado do que isso.

Você pode ser o sacerdote, Sam. Você pode ser o organizador do casamento e o sacerdote.
CB:
Mas você precisa tirar sua licença agora.

SH: Oh, preciso? Tudo certo!

A seca de Outlander acaba esta noite com a estreia da quarta temporada da série, que é o começo de um novo capítulo nas vidas de Claire (Caitriona Balfe) e Jamie Fraser (Sam Heughan), baseado no livro de Diana Gabaldon, Tambores do Outono.

Após naufragarem por conta de uma tempestade, os dois apareceram na costa do Novo Mundo e, depois de pensarem se retornariam para a Escócia, onde Jamie tem fortes laços, ou se ficariam e construiriam uma nova vida nas Colônias, eles optam pela segunda.

Para a Claire, acho que a América está no sangue dela,” Balfe diz à Parade.com nesta entrevista exclusiva. “Ela morou lá por 20 anos, criou a filha dela, se tornou médica e alcançou tantas coisas lá. Ela viveu na América, provavelmente, por mais tempo do que ela viveu em qualquer outro país, então acho que realmente há um laço emocional e uma atração verdadeira dela com essa terra.

Mas sendo uma mulher do século XX, a vida na Carolina do Norte em 1767 é difícil para a sensibilidade dela. Claire encontrou pela primeira vez os males da escravidão em O Resgate no Mar e riscou muito para salvar a vida de um escravo. Mas ela acha ainda mais difícil estar no sul, com a instituição como parte da vida cotidiana e Jamie apóia a sua crença.

Acho que isso é o que ela ama tanto no Jamie, é que ele tem essa inteligência emocional e mesmo sendo um homem do tempo dele, ele ainda é capaz de ver a questão maior e ser muito mais compassivo do que as outras pessoas, necessariamente,” Balfe diz.

Como os fãs dos livros sabem, a quarta temporada não tem uma guerra ou os Frasers cruzando o oceano em busca do Jovem Ian (John Bell), mas finalmente tem a Claire e o Jamie construindo uma vida juntos e isso é o que Balfe está ansiosa para que os fãs vejam esta temporada.

Sem dizer muito, acho que esta temporada é a ideia de lar e família,” ela diz. “Acho que será muito emocionante para os fãs verem a família.

Quando você lê os livros, você se joga na história ou se segura para poder dizer, “Está bem, eu preciso saber disso para a minha personagem”?
Eu acho que me jogo na história. Às vezes, especialmente com certas cenas, quando é a sua personagem que está guiando a cena ou a ação, você realmente pensa, “Oh, como faríamos isso?” Mas, ao mesmo tempo, você também se perde na história.

Esta temporada me parece um pouco mais pessoal. Há piratas e encontros com os nativo americanos, o que é emocionante, mas é uma temporada muito mais de montar o ninho. É desafiador interpretar a Claire apenas na vida cotidiana dela?
Na verdade, eu amo esses momentos mais quietos e mais do relacionamento. Eu sempre gosto quando o Sam e eu podemos fazer cenas que contam mais sobre os personagens em momentos mais calmos. Acho que no início, sempre temos que nos ajustar às novas necessidade de cada temporada e, para mim, essa é uma versão muito mais calma da Claire. É um lado muito mais carinhoso dela e ela está muito mais envolvida em ser a esposa, a dona de casa e a mãe do que já vimos nas temporadas anteriores. Mas você precisa, em cada temporada, aprender o valor do que ela é, e para mim, essa é a primeira vez que a vemos reunir todos os componentes da personalidade dela. Acho que ela está bastante contente, mesmo que haja coisas horríveis acontecendo ao redor dela. Ainda assim, de alguma forma, ela está bastante satisfeita nesse relacionamento.

O novo personagem preferido de todos é o Rollo, como é trabalhar com ele?
Acho que é seguro dizer que eu não sou a maior fã do Rollo, mas não me entendam mal, eu amo cachorros. Ele é um filhote. Com sorte, quando retornarmos para a próxima temporada, ele estará melhor treinado, mas quando você está fazendo cenas intensas e há alguém do outro lado da porta com um brinquedo barulhento fazendo quick-quick, isso pode distrair muito. Ou [quando] gravamos algumas cenas em que estávamos andando a cavalo por um caminho e os treinadores do cachorro estão correndo para trás, tentando chamar o cachorro, aí ele cai e você tenta não dar risada.

Você assimilou alguma característica da sua personagem que você usa na sua vida cotidiana?
É diferente quando você está nesses trajes. Eles são tão específicos da Claire. Acho que quando você está em trajes modernos ou similares à roupas modernas, é muito diferente. Olha, eu consegui tanto interpretando esse papel e eu definitivamente acho que eu provavelmente absorvi algumas características dela.

Se você pudesse viajar no tempo, para onde você iria e seria no passado ou no futuro?
Acho que, em muitos aspectos, seria legal retornar à civilização antes de toda essa tecnologia moderna. Talvez eu visitaria a Laura Ingalls e Os Pioneiros.

Além de Outlander, você tem o filme Ford v Ferrari chegando aos cinemas em junho do ano que vem, com Christian Bale e Matt Damon.
Eu acabei de gravá-lo na semana passada. Foi uma experiência incrível e foi muito divertido filmá-lo. Eu pude trabalhar com o Christian Bale, principalmente. Ele interpreta o meu marido. Temos um jovem ator incrível chamado Noah Jupe, que interpreta o nosso filho, e temos esse relacionamento familiar adorável que estamos mostrando. E , além disso, havia esse outro lado, que é uma corrida de carros incrivelmente emocionante. O filme mostra o momento em que a Ford finalmente venceu o domínio da Ferrari na Le Mans, nos anos 1960. Acho que será um filme muito legal e divertido.

Outlander estreia a sua quarta temporada no domingo, 4 de novembro.

O Madison Square Garde, em Nova York, é o lar de inúmeros shows e jogos de basquete com fãs enlouquecidos. Não é, no entanto, normalmente o local onde você iria para conhecer o elenco da sua série de TV preferida. Mas nem toda série de TV é Outlander. “Foi uma loucura,” disse Caitriona Bale, alguns dias depois da Comic Con de Nova York, em outubro, que fez com que ela e o elenco da série subissem ao palco do Auditório Hulu, no Madison Square Garden. “Basicamente, tocamos no Madison Square Gardem, e eu nem sei cantar, não luto boxe e não jogo basquete, então foi muito legal.”

Como estrela de uma das séries mais populares da TV, que retorna para a sua quarta temporada no próximo domingo, Balfe deveria estar acostumada com fãs que podem até competir com os Directioners ou dos Swiifties. “É uma coisa tão legal de acontecer e de fazer parte de algo que realmente toca as pessoas, que elas se sentem tão envolvidas e vão e se vestem como os personagens,” Balfe disse. “É muito louco. Eu nunca vou me acostumar com isso… Eu sou a pessoa mais preguiçosa. Se eu tiver que ficar na fila para algo, tô fora.”

Não é como se ela tivesse tempo. A atriz irlandesa de 39 anos passou os últimos 10 meses na Escócia gravando a próxima temporada, reprisando o seu papel principal como Claire, uma enfermeira da Segunda Guerra Mundial que se encontra viajando no tempo. “É sempre meio assustador antes de começar, mas quando você está lá, é muito tranquilo,” ela disse. “O primeiro dia de volta no set é tão emocionante ver todo mundo e se atualizar. A gente ainda gosta da companhia um do outro e de fazer a série que estamos fazendo, então isso definitivamente é um benefício.

Esta temporada começa com a Claire e o seu amor Jamie (interpretado por Sam Heughan) se estabelecendo na Carolina do Norte no século XVIII, seguindo a história do quarto livro da série, Tambores do Outono. Apesar do novo local fictício, a série ainda gravou na Escócia, como foi com as temporadas anteriores. “Como dizemos, as árvores de um lugar podem muito bem se parecer com as árvores de outro lugar,” observou Balfe, acrescentando que gravar no campo pode ser “bastante intenso”. “Neste inverno, sofremos, pois a Escócia teve um dos invernos mais frios que eles tiveram em muito tempo,” ela disse. “Mas somos um grupo resiliente. Acho que depois de gravar na Escócia por 5 anos, você se torna bastante caloroso.

A nova época, no entanto, permitiu algumas mudanças de figurino para a Claire, para a felicidade de Caitriona Balfe. “Muitas vezes você faz as provas de figurino no início da temporada, antes mesmo de receber o roteiro, então é sempre engraçado, pois você fica, ‘Onde será isso? O que eu vou fazer?’ É uma parte do processo que eu gosto; o que você veste reflete muito sobre quem você é e onde você está na sua vida,” ela disse. “Nessa temporada, especialmente, porque muito disso é a nova fronteira e a Claire como colonizadora e construindo uma cabine de madeira do zero e vivento na floresta, a minha coisa toda era que precisava ser prática. Então foi ótimo; nos livramos dos corpetes, do merinaque. E foi legal encontrar esse visual cotidiano, relaxado e homem-da-casa de Claire.

A nova temporada mostrará a Claire e o Jamie tentando construir uma casa, enquanto a América que conhecemos está sendo formada, dando aos atores e a equipe novos desafios. “Interpretar uma personagem vinda do final dos anos 1960 para a Carolina do Norte e que acaba em uma colonia de escravos, isso foi algo tão difícil de gravar,” ela disse. “Estávamos constantemente discutindo com os roteiristas sobre se o que estávamos fazendo estava sendo respeitoso e contando a história. Muita da responsabilidade está com os roteiristas, pois eles determinam o que está no roteiro, mas como atores, você definitivamente tenta lutar pela sua causa e pelo o que você considera mais respeitoso possível na narrativa. Qualquer um lidando com qualquer coisa história tem que passar por essas questões.

Eu tenho o papel mais fácil de interpretar nisso, pois o ponto de vista e as opiniões da Claire são muito mais próximos aos meus,” ela continuou. “O Sam, com o Jamie, está olhando as coisas através da lente de uma pessoa do século XVIII e, às vezes, isso pode ser mais complicado. Mas espero que tenhamos feito justiça a essas questões e olhado para elas de uma maneira que tenha sido respeitosa.

Em sua própria vida, Balfe expressa a sua opinião com clareza, com uma conta no Twitter ativa que não foge das questões sociais e políticos atuais. “De certa forma, eu recebo muito descontentamento na internet, com as pessoas dizendo que estou tentando forçar essa agenda feminista na série, o que eu acho absolutamente insano, pois estamos seguindo a história de um livro escrito por uma mulher que tem dois diplomas, criou uma família e tem uma carreira maravilhosa. Se você está lendo esses livros e não acha que a Diana é um exemplo vivo e ambulante do que uma feminista é, ela tentando ou não forçar alguma agenda, então você obviamente está lendo com um capuz sobre a sua cabeça,” ela disse. “Como eu vejo é que cada pessoa tem a responsabilidade de ser um membro ativo e informado da raça humana. Eu sempre lutarei por qualquer injustiça que eu veja acontecendo e tentarei chamar atenção para isso, porque eu posso. Mas eu não acho que ninguém deve me ouvir. Eles podem ler minhas postagens no Twitter ou não. É uma coisa fácil de se fazer. Há muitas pessoas que eu não leio no Twitter.

Novamente, ela também não tem tempo para isso. No seu intervalo entre as temporadas de Outlander, Balfe está finalizando Ford v Ferrari, o filme sobre a disputa entre, sim, a Ford e a Ferrari, estrelando ao lado de Christian Bale e Matt Damon. “Tem sido tão maravilhoso. Trabalhar com o Christian tem sido um sonho e ele é um ator tão incrível e um cara tão legal,” ela disse. “Além disso, o Matt Damon é um amor e tem sido um prazer trabalhar com ele. Tem sido muito legal fazer algo diferente. A coisa toda dá uma sensação tão diferente de Outlander. Parece uma pequena férias, mas uma bem animada.

Claire e Jamie podem ter chegado às colônias americanas através de um naufrágio quase mortal, mas quando começamos a quarta temporada com os Frasers, no domingo, a vida deles no Novo Mundo está relativamente tranquila.

Apesar de eles não terem nenhuma terra… ou emprego… ou muito dinheiro no nome deles, eles não estão separados por 200 anos, Casacas Vermelhas maliciosos ou bruxas que viajam no tempo. Então, no geral, as estrelas da série Caitirona Balfe e Sam Heughan dizem ao TV Line que a vida está muito boa.

Com o início da temporada, leva um tempo para que eles descobrirem como exatamente o futuro deles será,“Balfe diz. “Há muitas opções na mesa para eles.

Primeira ordem do dia: decidir onde morar. “Inicialmente, eles retornarão para a Escócia. Eles veem a oportunidade lá,” Heughan explica. Mas, como Balfe informa, Escócia é a terra natal do Jamie, não da Claire. “Enquanto o Jamie tem uma atração tão forte com a Escócia, para a Claire, ela passou 20 anos morando nos EUA no futuro. Então ela tem uma atração emocional a esta terra,” ela diz. “Talvez Jamie demore um pouco mais para ver as possibilidade de lá. Mas ele também tem a ligação dessa terra ser a que a Brianna cresceu e isso é muito importante para ele.

Se você leu o livro Tambores do Outono de Diana Gabaldon, que foi a fonte para a quarta temporada, você está ciente de que a filha da Claire e do Jamie, Brianna (Sophie Skelton) e o interesse romântico dela Roger (Richard Rankin) estão mais envolvidos na história do que nas três primeiras partes. O produtor executivo Matthew B. Roberts diz que a adaptação da série segue o livro, mas os fãs de Claire e do Jamie não precisam se preocupar.

O Jamie e a Claire sempre serão a peça central de Outlander, mas é legal podermos ramificar e contar outras histórias,” ele diz. “A outra coisa legal sobre isso é que todos os outros personagens meio que fluem através do Jamie e da Claire, sempre… Toda história que, digamos, afeta a Bree e o Roger, também afeta o Jamie e a Claire.

Agora, sobre o que você realmente quer saber: logo no início do livro, há uma cena que se passa em um rio e envolve os Frasers, uma noite muito quente e poucas roupas. Embora não vamos dizer se esse momento foi recriado ou não na quarta temporada, enquanto falamos com os protagonistas de Outlander, mencionamos o assunto de gravar cenas de amor ao ar livre.

Há uma cena de sexo que, quando estávamos gravando, estava tão frio,” diz Heughan.

Na verdade, a gente a regravou, pois há uma cena no primeiro episódio que gravamos em novembro, quando estava muito frio,” Balfe interrompe, rindo. “Estávamos totalmente vestidos e tentamos fazê-la o mais sexy possível e eu acho que eles decidiram que não era sexy o suficiente.

Então, a interação em questão, que você verá no episódio de estreia, foi recriada no final da temporada, quando as temperaturas escocesas estavam um pouco mais cooperante. “Mas ainda era de noite e estávamos gravando às 3 da manhã,” ela acrescenta.

E havia mosquitos-pólvora,” Heughan diz. (para quem não sabem, são uns mosquitos muito pequenos e irritantes.)

E havia mosquitos em todo o canto!” Balfe diz. “Então, pode-se fazer algo um pouco mais nu naquele momento, mas você está sempre lidando com os elementos.